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 Taverna: O Choro do Minotauro

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Kleiner
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Seg Nov 18, 2013 8:15 pm

O anão se surpreende com aquela moça.
- Posso beber de seu Rum? - disse enquanto pegava um copo de madeira para que a moça enchesse.

- se pensar desse jeito, também não tenho nada aqui....mas será tão bom assim limpar o chão? Esfregar o chão de algum capitão?

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Goran Pandev
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Ter Nov 19, 2013 8:54 am

O jovem estava bêbado demais para decidir qualquer coisa a respeito de sua vida, a mulher estava decidida a ir na empreitada, pois estava entediada dessa vida e queria uma aventura, o anão estava inclinado a aceitar, mas tinha suas dúvidas quanto ao tempo que irão ficar em alto mar, e Fender já havia decidido aceitar.

O tempo começa a passar e tinha que se apressar, pois logo o primeiro raio de sol iria aparecer, enquanto isso, o dono da taverna lhes diz:

- Se apressem...logo o navio irá partir...e boa sorte na jornada, saibam que a vida no mar não é fácil, terão de ser fortes, tanto fisicamente quanto psicologicamente...agora, vão.... E assim os seguranças do estabelecimento pedem para se retirarem e jogam o rapaz que estava caído pro lado de fora.
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Arvedui
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Ter Nov 19, 2013 1:02 pm

Fender observa calmamente o comportamento dos outros enquanto espera que o silêncio desconfortável seja rompido pelas palavras de alguém. Ninguém havia falado a não ser o anão, até que, finalmente, aos poucos, as pessoas começam a decidir por partir junto com o estranho. Fender estava precisando de um novo "Trabalho", uma nova aventura, portanto decidira antes mesmo de ouvir as palavras do homem.

A vida nas cidades era uma tortura para o jovem pirata. Sua esquizofrenia aguçava-se sempre que estava imerso no burburinho das cidades. A calma natural do mar fazia com que suas crises fossem menos opulentas, embora continuassem sendo razoavelmente frequentes. Ainda sim, ansiava pelo mar, por sua calma e tranquilidade infinitas.

- Então, sem mais conversa fiada, partamos.

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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Qua Nov 20, 2013 10:21 am

Um pouco cambaleante(UM POUCO), com o efeito do alcool já se debandando, Jack se levanta do chão e concorda:
-Sim...mas se por acaso, nos metermos com bebida denovo, me lembrem de não encostar em alcool denovo....vamos nessa...se minha cabeça não explodir no caminho...

Esperava por essa Aventura a muito tempo

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Heidi Cavalieri
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Qua Nov 20, 2013 1:42 pm

Antes que pudesse oferecer a bebida ao anão, percebe que o tempo estava se esgotando. Mais que rapidamente, ela se encaminha até a mesa onde estava sentada, e ali, tinha mais uma garrafa de rum que roubou de algum bêbado.

Sorrindo, ela segura aquela garrafa como se fosse um bebê, com todo cuidado e amor. Saindo da taverna, estica a garrafa para o anão e fala:

- Pegue, tome um gole. Só não lhe dou a garrafa inteira, porque, vai saber se no navio vai ter.

Espera que ele beba, e vai se encaminhando para o navio, olha para trás e olha os cavalheiros, ninguém carregava jóias e nem bebida, isso a deprimia, mas lembrava das belezuras que o capitão carregava, isso a enchia de sonhos, como se estivesse com aqueles anéis, aquela cimitarra em seu próprio navio.
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Kleiner
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Qua Nov 20, 2013 9:05 pm

O anão sem querer começa a beber Tudo.
Afinal, anões bebem pra caralho.

Quando viu que a garrafa acabou, deu um sorriso amarelo e devolveu para a moça.

- err...eu te dou outra quando pilharmos algum navio ... - ele ainda passava a mão na barba sem graça...

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Goran Pandev
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Qui Nov 21, 2013 10:13 am

Todos caminham em direção ao porto, percebem que pouco antes do amanhecer há muitas pessoas nas ruas, alguns caídos em cantos escuros, outros com redes nos braços. Na área portuária há muita movimentação, vários piratas, de todos os tipos e tamanhos.

Mas e como encontrar o navio do capitão?!

Andam, andam e andam mais um pouco, até que o mais jovem observa o nome de um navio e aponta pra ele "Raio de Sol" e lembra-se que o capitão havia comentado algo a respeito desse nome.

E assim partiram em direção dele e Lena avistou ao longe as jóias do capitão. Ao subirem são cumprimentados pelo capitão, o qual lhes apresenta o contra-mestre, um homem alto e ésguio, com uma cimitarra na cintura e uma pistola toda de ouro pendurada no peito.

Logo que se apresentam o capitão dá a ordem para partirem e assim o fazem.





Após algumas horas de navegação já estão em alto mar e são convocados para se apresentarem no quarto do capitão, o qual lhes recepciona com rum e um porco assado.

- Sintam-se a vontade enquanto lhes explico qual a nossa missão.

- Há muito tempo escuto histórias de piratas bêbados, loucos, velhos, dizendo sobre a juventude eterna, que juntando alguns itens teremos a juventude eterna. E é isso que iremos fazer, mas para tanto teremos que navegar por todos os mares...conhecidos ou não...

- O nosso próximo alvo, é o mar de gelo, um local que o mar está congelado, lá teremos que encontrar a Ilha da Gota Congelada, e procurar pelo cálice do gelo. Serão 3 dias e 3 noites de navegação, fora os perigos naturais que iremos enfrentar, pois nesse caminho há muitos piratas que se escondem da armada do governo.

- Querem comentar algo?!


Última edição por Goran Pandev em Ter Nov 26, 2013 10:38 am, editado 1 vez(es)
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Heidi Cavalieri
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Sab Nov 23, 2013 12:26 am

A pirata desfere um olhar de morte para o anão, claramente ela não gostava de partilhar de suas bebidas, não se incomodava com outras coisas, mas rum, e do bom, era uma coisa que ela realmente apreciava e dificilmente dividia, foi ser gentil e ficou quase sem.

Ela o olha por mais alguns instantes, fecha os olhos e nada responde, prossegue procurando o navio. Termina de tomar o rum que tinha na outra garrafa, jogando-a fora, e sem perceber, já estão perante o navio Raio de Sol, ela abre um sorriso e fala para o anão:

- Agora você pode me pagar a garrafa de rum, aposto que na cozinha deve ter ótimas, te ajudo a roubar algumas mais tarde.

Assim que entram no navio, fica maravilhada com todo aquele mundo, fazia muito tempo que não estava em um navio, e isso lhe fazia muita falta, gostava da vida no mar, quase nada a satisfazia tanto como aquela vida.

Se apresentam para o capitão, e enquanto ele explica a missão, aproveita para pegar rum e porco antes dos garotos, pois eles sempre comem e bebem demais. Logo que ele termina, fica parada por alguns instantes, olhando para os dedos do capitão, ela tenta disfarçar, mas o seu fascínio é muito grande.

Fecha os olhos por alguns instantes, como se tentasse tirar da cabeça aqueles rubis lindos e brilhantes a sua frente.

- Eu quero comentar sim. Na taverna, disse que encontraríamos muitas jóias, eu me interesso mais por elas do que ficar jovem o resto da eternidade. Mas, ponderando tudo, quando acharmos todos esses itens. Como funciona? Tem algo concreto ou apenas boatos de viajantes e bêbados?

Se conseguirmos uma fonte inesgotável, por exemplo, poderemos ficar ricos, podres de ricos vendendo essa fórmula. Agora, se apenas uma pessoa puder utilizar, estamos mal.
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Arvedui
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MensagemAssunto: Re: Taverna: O Choro do Minotauro   Ter Nov 26, 2013 12:43 pm

Fender permanece calado todo o tempo da taverna até o navio. Ainda estava meio assombrado (e cansado) por conta do ataque de terror que havia sentido. Mesmo após entrarem no navio e zarparem, o jovem permanece recolhido em seus próprios pensamentos durante um bom tempo. Apenas quando o  homem aparece para explicar a missão é que Fender sai de seu devaneio.

Escuta atentamente, eram histórias bonitas essas de piratas, mas Fender sabia que algumas delas não passavam de grandes lorotas. Aquela estava com cara de lorota também, embora o fato de viajarem todos os mares conhecidos compensasse. Fender gostava mais da viagem do que, efetivamente, dos prêmios finais, já que tudo aquilo pouca importância tinha. De que adiantaria viver eternamente uma vida de terror e ilusão?

Seu desejo era que um dia pudesse encontrar uma cura para o seu problema, embora soubesse que não havia perspectiva de ver esse desejo concretizado.

- Eu não me interesso por itens de riqueza, tampouco por eterna juventude. O que eu busco são outras coisas, que receio não ser possível nem neste nem no outro mundo. Contudo, acompanhá-lo-ei pelo desejo de aventura, e porque quero conhecer todo o mundo antes de morrer.

E cala-se, perdido em pensamentos.

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