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 Prólogo - Rizan (Daemot)

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Arvedui
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MensagemAssunto: Prólogo - Rizan (Daemot)   Sex Ago 29, 2014 1:11 pm

O garoto deu um cutução no espadachim, que abriu os olhos de repente, a tempo de perceber o peixe puxando a linha. Já estavam ali há horas, tentando fisgar um peixe, o menino jurava por todos os deuses que era um bom pescador, mas até então não havia fisgado nada. Os outros três peixes no cesto haviam sido fisgados por Rizan. Contudo, pelos movimentos na linha, o peixe era grande. Rizan ajudou o menino,  segurou com ele a vara de pescar, juntos deram corda e puxaram, a intervalos cada vez mais irregulares, até que, aos poucos, o peixe foi cedendo e, num rompante, saltou fora da água, rendido. Era grande o suficiente para garantir uma refeição mais farta naquele dia.

Rizan estava agora numa aldeia às margens do grande Lago Charkal. Depois de muito viajar pelo mundo, havia adentrado aquelas paragens desconhecidas e, como geralmente acontece com quem visita lugares de clima e vegetação diferentes, viu-se adoentado. Em sua febre, acabou desfalecendo à beira da estrada, quando então a família do garoto chamado Zulian o havia ajudado. Alimentaram-no, ofereceram-lhe os cuidados necessários e agora, 10 dias depois, o jovem já se sentia apto a continuar seu caminho. Contudo, não pode recusar o pedido da mãe de Zulian, Zanayde, para que fossem pescar algo para o jantar. O pai da família era soldado do Senhor daquelas terras, de modo que Rizan ainda não o havia conhecido desde que chegara.

O local era tranquilo e aconchegante: um bom lugar para morar, montar uma forja e tentar ganhar a vida com um trabalho honesto e sem riscos. Contudo, não era isso que Rizan queria. Seu amor pelo duelo não lhe permitia permanecer durante muito tempo num mesmo local. Por mais que fosse ele próprio pacato e tranquilo, o duelo estava em seu sangue. Por isso, quanto mais forte ficava, recuperando-se da doença, mais inquieto seu coração batia, ansiando pela estrada.

Seus olhos fitavam a imensa planície além do Charkal, imaginando que tipos de estradas, cidades e histórias haveria por lá. Somente a voz aguda do garoto lhe tirou de seu devaneio:

- Vamos voltar! Já temos o suficiente! Mamãe vai gostar de ver o que conseguimos, vai preparar um grande jantar para comemorar sua recuperação! - dito isso, de imediato pegou um remo e aprumou o pequeno barco rumo à margem mais próxima. Feliz pelo sucesso de ter pego um grande peixe (praticamente) sozinho.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Sab Ago 30, 2014 11:15 am

Rizan andava pelo mundo sozinho, mas sempre encontrava pessoas. Por pior que lhe fosse a situação, pessoas boas sempre cruzavam o seu caminho para ajudá-lo. Então aproveitava toda a boa vontade que dedicavam a ele, isso lhe fazia sentir mais leve de seus fardos do passado. E tentava retribuir oferecendo o melhor que tinha, que a princípio sempre parecia ser nada.

Aquela pescaria foi o auge calmaria na mente do espadachim, por esses dez dias que esteve se recuperando. Estava profundamente grato à essa família, inclusive pelo que ofereceram além da sua recuperação. Se houvesse algo que pudesse fazer por eles, certamente o faria. Mas seu espírito já começava a se inquietar perante as inúmeras possibilidades nessa terra nova a seus olhos.

Puxou o barco para fora da água e pegou os peixes e os carregava de modo que o peixe grande ficasse exibido. Retornava para a casa já prevendo o entusiasmo e o sorriso de Zanayde...
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Arvedui
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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Sab Ago 30, 2014 2:11 pm

A caminhada até a casa da família demorava cerca de uma hora, e com o garoto falando o tempo todo e parando de andar a fim de reproduzir seus melhores momentos na pescaria, demorava um pouco mais que isso. A casa ficava um pouco afastada do restante da aldeia do Charkal, de modo que, nas imediações, via-se apenas aquela residência, mais nenhuma. Quando finalmente venceram a caminhada de mais de uma hora, puderam avistar a casa.

O que Rizan viu deixou-o cheio de preocupação.

Um filete de fumaça subia de dentro da casa, mas não saindo da chaminé. Era fumaça preta, fumaça de fogo. A porta da frente, que costumava ficar aberta, estava fechada, mas numa disposição torta, sugerindo que as dobradiças de cima estavam arrancadas e apenas as debaixo a sustentavam. Janelas, não havia mais: ambas as pás da janela estavam no chão, próximo a um cesto contendo a lenha que seria consumida durante aquele dia. O filete de fumaça vinha da palha que recobria o teto da casa, precisamente da palha no lado esquerdo da casa. Já era um fogo velho, quase extinto, mas que ainda gerava fumaça.

O garoto correu alucinado, jogando o cesto de peixes no chão. Rizan acompanhou-o, o coração pesado de preocupação. Ao chegarem à casa, encontraram-na vazia, completamente revirada, cadeiras destroçadas, a mesa partida ao meio, cheia de lascas irregulares, como se houvesse sido partida com um golpe forte. Toda a louça da cozinha estava espatifada pelo chão. Nos quartos o cenário não era diferente: camas reviradas, lençóis, mantas e colchas espalhadas pelo chão, mudas de roupa rasgadas, jogadas displicentemente em qualquer lugar.

O garoto tinha a voz embargada quando falou:

- Rizan, o que aconteceu aqui? Onde tá minha mãe? - começou a chorar antes mesmo de concluir suas frases...

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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Sab Ago 30, 2014 3:31 pm

O cenário de uma vida pacata, ganhando o sustento com o próprio trabalho, fabricando espadas e convivendo com as pessoas daquela aldeia... mesmo que não pretendesse concretizá-lo, se desfez da mente de Rizan, e por um instante se arrependeu de tê-lo rejeitado, como se isso o tornasse culpado do que via.

Sentiu o coração apertado, ainda mais sem saber o que havia acontecido e mais ainda por não encontrar ninguém na casa. O que poderia ter acontecido? A casa era isolada das outras, mas então por que um lugar tão tranquilo se encontrava assim, parecendo ter sido atacado? E porque alguém atacaria esse lugar?

A casa parecia toda revirada, talvez tivesse havido uma busca, talvez tivesse havido resistência da mulher... Procura na casa e em volta se havia sinal de outras vidas, ou algo que pudesse indicar o que havia acontecido. O que poderia alguém estar buscando nessa casa?
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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Sab Ago 30, 2014 8:29 pm

Rizan esquadrinhou o ambiente, primeiro dentro da casa, encontrando apenas os mesmos sinais em todos os cômodos do local: bagunça, objetos quebrados, revirados, jogados ao chão ou em cima dos móveis de restaram. O guerreiro não deu ouvidos ao choro do menino, que se prostrou em um canto, chorando pela mãe que não estava ali. A criança, por óbvio, não conseguia pensar friamente.

Já o guerreiro, saindo de dentro da casa, fez a mesma varredura no ambiente em volta. Lá fora, ao contrário do interior da casa, e com exceção do pouco de palha que queimava no teto, o ambiente estava em ordem. Contudo, havia pegadas pesadas bastante visíveis na turfa verde que circundava a casa. Eram pegadas de botas pesadas e pés que gostavam de maltratar o solo em que pisavam. Provavelmente um homem grande e forte. As pegadas seguiam em direção a um bosque que ficava nas proximidades do grande lago, Rizan podia vê-lo como se fosse uma fumaça verde assomando no horizonte.

Não havia outros sinais de pegadas, além desse par que se dirigia rumo ao bosque.

Lá dentro da casa, o menino chorava.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Dom Ago 31, 2014 3:58 am

O coração acelerou um pouco. Sentia-o apertado, aquele sinal de uma agressividade gratuita não o agradava e também havia a mulher perdida e o garoto sozinho, mas o coração acelerava um pouco os batimentos. Aquelas pegadas... Talvez se saísse logo atrás delas pudesse alcançar seu dono, mas não havia menor possibilidade de deixar o garoto ali ou levá-lo consigo. Precisava deixar o menino em segurança.

Aproxima-se do garoto e mesmo vendo em prantos, manteve a serenidade, era preciso.

-Zulian, venha comigo. Vou te levar pra aldeia e depois vou encontrar a sua mãe, eu te prometo.

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[OFF]Se o pirralho :p não embargar já levo ele pra aldeia o mais rápido possível. Tem algum cavalo ou meio de transporte? Pelo menos pra voltar? Very Happy *Aura gentil*[/OFF]
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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Ter Set 02, 2014 1:11 pm

A dupla caminhou pesadamente até à aldeia, mas em nenhum momento o garoto aceitou ser deixado de lado. Queria, a todo custo, partir com Zulian à procura da mãe. Contudo, por mais que pretendesse, Rizan não poderia deixá-lo lá. Uma enorme coluna de fumaça subia vinda do local onde estava localizada a aldeia e, ao se aproximarem o suficiente para poder enxergar melhor, perceberam a destruição que fora levada a cabo ali.

Casas pegando fogo, o templo religioso em ruínas, comércios arrombados e saqueados, animais mortos. Contudo, não havia sinal das pessoas, nem mesmo um pedaço de roupa rasgada deixado para trás, nem algum aventurado sobrevivente. Toda a população da aldeota - o que não era muito - estava desaparecida, restando apenas o ajuntamento fantasmagórico de casas semidestruídas. Não havia sequer uma testemunha que lhes pudesse esclarecer o que de fato ocorrera ali.

Foi quando a dupla se viu sobressaltada com o barulho de cascos, bastante nítidos vindo de algum lugar nas colinas além. Eles não podiam ver quem se aproximava, por conta das ladeiras no terreno, o que, de certa forma, era um alento, já que o cavaleiro também não os podia ver. Contudo, era bastante claro, pelo som do galope, que ele estava se aproximando da vila, se dirigindo para lá.

Seria algum dos responsáveis pelo assassinato dos moradores da vila? Era impossível precisar sem saber a aparência do cavaleiro e, pelo visto, levando em conta a destruição que havia ali. Na dúvida, foi o próprio garoto quem deu a ideia:

- Vem, Rizan! Vamo ficar escondido até a gente saber quem vem lá.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Ter Set 02, 2014 6:30 pm

[OFF] Hahuahua, eu estava empolgando mas o muleque estragou meu possível primeiro enfrentamento ¬.¬' [/OFF]
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O caminho da casa até a pequena aldeia não era longo, nem pareceu ser longe, mas cada passo foi sentido como se os corpos estivessem cansados ou sobre um tremendo estresse. Aquela mulher e aquele menino o tinham sido tão bons. Mesmo sem o homem da casa por perto, ela cuidou de um estranho quando esteve em necessidade, e o acolheu bem, como se fosse um velho amigo. Seus corações eram bons e ingênuos, e isso comovia no mais fundo do homem que amava a espada.

Próximo ao destino, a cena da casa invadida voltou à mente, mas dessa vez trazendo um vulto de assombro, porém não de todo inesperado. Porém uma estranheza ocorreu ao espírito de Rizan por não encontrar rastro de pessoa alguma, e a cena se assemelha mais ainda com aquela vista a pouco na casa que deixaram pra trás. Nenhum sinal de que havia uma pessoa sequer no momento do assalto... Porém, se nem sequer resistiram, qual o motivo da destruição?

Com aquela situação incompreensível na mente, um barulho inesperado ao seu raciocínio apareceu. Aparentemente um cavalo se aproximava. Sem saber quem era o cavaleiro que aproximava, precisava manter o garoto que o acompanhava a salvo de uma possível hostilidade. E antes de tomar uma decisão o garoto o puxa para se esconder. Apesar de não ser o plano inicial, não havia tempo para discussão e a segurança do menino era prioridade.

Procura uma casa pra que pudesse esconder-se, e corre pra dentro levando o garoto. Ajeitam-se de forma que não houvesse janela ou abertura que mostrasse sua posição e lança um olhar ao menino para se assegurar que ele estava bem. Então se coloca a ouvir o barulho de aproximação. Se passasse direto poderia pelo menos olhar pelas costas do cavaleiro para ver quem era.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Sex Set 05, 2014 4:00 pm

Os dois ficam quietos, apreensivos quanto à aproximação do cavaleiro. Passam algum tempo apenas ouvindo o barulho de cascos, quando enfim, miúda ao longe, aparece a figura de um cavaleiro muito alto e forte. Completamente coberto por uma armadura cinzenta, galopando um grande corcel de guerra marrom. O homem trotava devagar, mas, a partir de um dado momento, o cavalo ganhou urgência no trote, terminando com uma corrida alucinada rumo à aldeia. Por óbvio, havia percebido a destruição da aldeia e apertara o passo para chegar até lá.

Mas, se o homem fora pego de surpresa pela destruição que assolava a vila, então não poderia ser um dos salteadores. Ao menos foi essa a conclusão que o garoto pareceu ter chegado, já que, sem a permissão de Rizan, corre para fora da casa balançando os braços alucinadamente. O cavaleiro mantém o passo e, rapidamente, encontra-se cara a cara com o menino. Ambos trocam um caloroso abraço e, então, Rizan nota, pela semelhança nos traços, que o menino e o homem são parentes.

Zulian aponta para Rizan e ambos aproximam-se. O cavaleiro, então, fala com voz potente de trovão:

- Salve, meu amigo! Chamo-me Zeifer, sou o pai de Zulian. Jamais imaginei algo assim acontecendo. Agradeço-lhe por ter cuidado de meu garoto. Caso queira seguir seu caminho, sinta-se à vontade. Mas eu tenho um mistério a resolver aqui.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Seg Set 08, 2014 10:37 am

-Meu nome é Rizan. Também quero saber o que aconteceu aqui.

A aparência daquele que apareceu era formidável, e saber que tal home era pai do garoto foi muito tranquilizador, deixando o espírito de Rizan mais calmo. Zeifer, que se apresentara como pai de Zulian, possuía uma postura imponente, e sua voz incisiva soava com um tom quase arrogante.

O espadachim já havia resolvido proteger o menino e encontrar a sua mãe. Mas agora que o menino estava com seu pai, já não havia a necessidade imediata de protegê-lo. Porém, ainda se sentia em dívida com a família, e a parte aparentemente perigosa da situação o deixava interessado.Buscaria desobrir o que aconteceu, seja ajudando o cavaleiro ou sozinho.

-O senhor tem alguma pista do que aconteceu aqui?
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MensagemAssunto: Re: Prólogo - Rizan (Daemot)   Qui Set 11, 2014 12:56 pm

O homem observava o ambiente ao redor, tão desolado e estarrecido quanto o espadachim e o garoto. Era óbvio que não possuía qualquer ideia do que poderia ter se dado ali, mas, ainda sim, sua expressão era confiante, arguta, sem um quê sequer de exitação ao falar:

- É uma honra conhecê-lo Rizan. Não sei o que houve aqui, mas levando em conta que não há rastros para seguir e nem a mais leve pista para que possamos iniciar por nós mesmos uma busca, creio que o mais sensato neste momento seja buscar ajuda. E conheço alguém que poderá nos dizer com detalhes o que ocorreu. Se você também tem interesse no que aconteceu aqui, deve vir comigo. Faremos uma pequena viagem e, ao final dela, obteremos as respostas que buscamos.

Falava com segurança e autoridade, de modo que inspirava confiança e coragem. Chamou Rizan para que, juntos, fizessem uma rápida varredura na aldeia. A maior parte, conforme Rizan percebera, encontrava-se intacta. Foi com grata surpresa que o cavaleiro e o espadachim encontraram, em um dos estábulos, um par de cavalos. Zeifer fez um sinal para que Rizan escolhesse aquele que melhor lhe convinha para uma viagem de razoável distância.

Fuçaram ainda mais algumas casas em busca de alguma pista, fuçaram a estalagem em busca de provisões e cobertores que pudessem usar durante as noites de acampamento. Durante todo o tempo em que o cavaleiro esteve fazendo preparativos, Rizan experimentou uma sensação estranha, uma inquietação bastante incômoda, como se algo estivesse lhe passando despercebido, algum detalhe importante lhe estivesse fugindo da percepção.

A voz de trovão do cavaleiro novamente se fez ouvir:

- Senhores, estamos pronto.

OFF:

Por favor, lança-me um teste de inteligência! Wink

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