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 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo

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Bidy
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MensagemAssunto: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Seg Maio 05, 2014 7:19 pm

Duas semanas se passaram desde aquela luta tão intensa. A essa altura sua regeneração já deu conta dos ferimentos, deixando apenas uma cicatriz de tamanho consideravel onde uma de suas placas estava.

Neste tempo, você treinou e terminou todos os seus assuntos inacabados. Consertou as armaduras que ficou de fazer, reparou e modificou seus equipamentos e transformou aquela estação de mineração decrépita em um lar.

Zada Ban armou sua rede de contatos em seu quarto que agora parece mais uma central de seguranças cheia de monitores e paineis holográficos.
Aranas se acomodou em um dos quartos no segundo andar, ele não parecia ter muito o que carregar o que fez sua acomodação mais tranquila. Você e Drannen aproveitaram do fato de agora terem um especialista em Biotics para aprender uma coisa ou duas.

Durante estas semanas Aranas treinou-os com o melhor de suas habilidades, no final você aprendeu a se concentrar melhor deixando sua barreira mais potente e a canalisar seus biotics de modo mais destrutivo o que tornou seu Warp consideravelmente mais poderoso.

Drannen acabou te ensinando como atirar melhor, ele te deu um programa holográfico de treinos que costumava usar o que veio a calhar parar melhorar sua precisão e para que você se acostume melhor com as particularidades de cada arma do seu arsenal.

Enquanto você se recuperava, Rinz investigava sobre o misterioso contratante daquele grupo de mercenários sem sucesso por agora...
Apesar dos dias calmos, suas noites acabam não sendo tão tranquilas...visões desconexas e completamente alienigenas assombram seus sonhos, lotados de construções bizarras, vultos distorcidos e um barulho ensurdecedor e assustador que não era como nada que você tinha visto.

Elas não faziam ainda o menor sentido, e você sente que precisaria de ajuda para decifra-las...

Naquela manhã, Aranas estava meditando no hangar onde está aquela nave que você passa boa parte do tempo tentando consertar, Drannen entra na sala casualmente, ele era praticamente da casa.

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Tihak
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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sex Maio 09, 2014 6:39 pm

Skundar estava mudado. Talvez Aranas não percebesse a diferença já que o conhece a pouco tempo, mas para Drannen, Zada Ban e os outros era claro que Skundar estava agindo diferente. Skundar sempre foi falador, mas dessa vez ele também parecia excessivamente feliz.

Skundar havia enquadrado o desenho que a garotinha asari havia feito dele, Drannen e Aranas e pendurado o quadro na "sala" do lugar. Era comum o krogan parar para observar o desenho de vez em quando, o que deixava mais do que claro que o desenho tinha valor para ele. Zada Ban sabia que Skundar não precisava fazer isso, já que ele poderia decorar o desenho e lembrar dele sem nunca mais olhá-lo, mas algo fazia com que o krogan ficasse ali observando assim mesmo.

As vezes, Skundar também parecia cansado. De fato, os pesadelos estavam destruindo seu sono e ele se encontrava acordado e incapaz de dormir em vários horários que deveria estar dormindo. Sem conseguir voltar a dormir, Skundar usou essas horas extras em seus dias para se dedicar a várias coisas: ele consertou sua armadura e melhorou seus equipamentos, além de ter se dedicado para transformar sua nova casa em um lar seguro e confortável.

Skundar ajudou Zada Ban a instalar seus equipamentos, depois cuidou da manutenção de sistemas elétricos e de água, instalou cameras nas entradas e painéis em algumas portas para que pudessem ser trancadas por dentro. O krogan remontou sua oficina em um canto. Agora com mais espaço, Skundar havia dado uma modernizada nela: comprou computadores onde havia colocado coisas importantes, como as informações sobre aquela fórmula dos vorchas, e a mensagem sobre a genophage que havia recebido de Urgot (qual Skundar de fato leu nesse meio tempo). Além disso, Skundar havia recolhido os pedaços que haviam sobrado (se ainda estivessem la) do artefato prothean e guardado em seu novo "laboratório", como ele chamava o lugar.

Embora Zada Ban estivesse acostumado a dividir seu espaço com um krogan, Drannen e Aranas não estavam, e ai estava uma das maiores mudanças que o volus poderia ter percebido: Skundar estava bem mais tolerante quanto a seu espaço... embora qualquer pessoa que fuçasse em suas ferramentas ou equipamento de sua oficina ainda recebesse um olhar de extremo descontentamento. Apesar de tudo, Skundar parecia estar gostando da companhia extra.

A nave no hangar também havia sugado várias horas do krogan. O que começou com uma "exploração em busca de peças reutilizáveis", logo se tornou um " - Mas é claro que eu sei consertar naves! Perguntem para o Zada Ban!", se referindo a como Skundar havia salvado a sí mesmo, Zada Ban, outros krogans e a tripulação de uma nave de um ninho de thrasher maws consertando a nave deles... pelo menos o suficiente para ela levantar voo e cair em um local mais seguro...

Além de todos as outras obrigações, ele havia se dedicado pesadamente a treinar para melhorar suas habilidades, tanto com auxílio de Aranas para seus biotics quanto de Drannen para suas habilidades de combate. Sobretudo nas "noites" que Skundar não dormia ele ficava treinando seus biotics ou com suas armas (usando o aplicativo de simulação de treino que Drannen havia lhe dado).

Naquele dia Skundar havia acordado cedo. Depois de dias dormindo mal, o krogan finalmente capotou de exaustão e acordou um pouco mais descansado. Quando Drannen entra, Skundar estava na sala, observando o desenho que a pequena asari havia feito deles. Por algum motivo, Skundar tinha sua tech armor ativada, embora estivesse desarmado e usando roupas normais.


- Bom dia, Drannen. - o krogan diz com um pouco menos de entusiasmo do que estivera na ultima semana. Só então ele parece notar que esta com a tech armor ativada - Ah... teste de stress. Tava vendo se ela não ia sobrecarregar com o tempo depois das últimas modificações. Até agora parece ok... - Ele ativa a omni-tool e desliga a tech armor.

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Bidy
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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sex Maio 09, 2014 7:44 pm

A casa agora tem cameras espalhadas em lugares estratégicos, elas estão conectadas aos monitores no quarto de Zada que você sabe bem que é paranoico o bastante para ficar de olho, ainda mais agora que vocês provavelmente estão colecionando inimigos.

Zada notou a obvia mudança no krogan que parecia mais calmo e...estranhamente mais tolerante que o normal.

Sua nova oficina é muito mais espaçosa do que no ultimo lugar, de fato dá para você ter algo similar a uma organização nesse lugar se assim desejar. Você passa bastante tempo analisando a formula dos vorchas.

Suas conclusões são que obviamente não foram os vorchas que fizeram, aquilo era refinado e específico para a biologia vorcha, a um nível que você sabe que só corporações com acesso a tecnologia de ponta seriam capazes, o que o leva a pergunta "Por que uma corporação faria algo específico para vorchas?"

Seus efeitos incluem aumento de força, regeneração acelerada e um aumento considerável na agressividade do usuario, mais ainda do que a bloodrage dos krogans. Você não sabe que efeitos isso teria na anatomia de qualquer outra raça.

Outra coisa possível de notar é que certas substancias, que você reconhece da Red Sand, tem propriedades que estimulam a área de "recompensa" do cérebro, em outras palavras, ela pode provocar dependencia quimica.

A mensagem sobre a genophage fala de um laboratório oculto em uma colonia Salarian em Dagnes, os detalhes são bem escassos mas ao que indica, foi lá que a primeira versão da Genophage foi confeccionada, é claro que nada garante que tenha alguma pista relevante lá, quanto menos que seja fácil.

Os pedaços do artefato prothean foram faceis de serem juntados, mas até onde você conseguiu ver, estão totalmente inoperantes e pifados...sem falar que você nunca analisou nada assim antes. Talvez com uma ajuda mais especializada você consiga algo.

Enquanto você observava o desenho na sala, com a tech armor ligada em seu "teste de stress", Aranas meditava na sala, envolto em uma aura biotic que apenas cessa quando Drannen entra na sala.


Drannen: - Hmm...Skundar? Por que sua tech armor ta ligada?

Com a sua resposta, o volus inclina a cabeça para o lado olhando bem a sua cara.

Drannen: - Você ta bem? Parece que foi atropelado umas 10 vezes.

Aranas: - Ele não tem dormido...toda noite escuto ele andando por aí e quebrando coisas com os biotics.

Drannen: - Alguma coisa errada cara?

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Tihak
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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sex Maio 09, 2014 11:43 pm

Assim que Drannen pergunta, Skundar já ia dar alguma desculpa, mas é vencido por Aranas que acaba falando antes. Ele então olha para Aranas surpreso, ele não tinha noção que o turian sabia o que se passava com ele. Drannen então pergunta se algo esta errado, e o krogan fica olhando de Drannen para Aranas e de Aranas para Drannen repetidamente. Ele sabia que os dois não iriam sair dali sem saber o que estava errado.

- Ah... não.. quer dizer.... eu não sei! - Skundar vai até a mesa da sala e puxa uma cadeira para se sentar - Toda vez que eu durmo eu volto a ter aquelas visões, aquelas do artefato prothean, Drannen. -Ele olha para Aranas - Quando achamos esse lugar tinha um artefato prothean aqui. Quando eu cheguei perto dele, eu tive uma visão. Um mundo estranho pra caramba e pessoas sendo assimiladas por máquinas. Eu... eu não consigo parar de pensar nisso. Eu fecho os olhos e eu vejo elas de novo... e de novo. Eu não sei que porra ta acontecendo, mas isso ta me assustando. - Enquanto Skundar fala, sua preocupação vai ficando mais e mais visível. Aparentemente ele estivera guardando isso a algum tempo já.

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sab Maio 10, 2014 12:05 am

Drannen: - Visões!? Você ta tendo visões? Aquela coisa ta mexendo com a sua cabeça e você nunca pensou que talvez fosse uma boa idéia deixar a gente saber disso?!

Aranas faz um sinal com a mão para que Drannen se acalme.

Aranas: - Artefatos prothean são...inconcebivelmente raros. Se essa coisa conseguiu implantar uma visão direto na sua mente, prova que os Protheans eram mais avançados do que esperavamos.

Drannen: - Avançados ou não, não sabemos o que essa coisa pode ter feito com o Skundar! Precisamos de alguém que possa nos dizer mais sobre isso.

O volus ativa seu rádio do capacete.

Drannen: - Rinz ta aí? Otimo. Preciso que comece a pesquisar sobre especialistas em Protheans pra ontem! ...te falo depois, me retorne assim que puder.

A porta se abre e Zada Ban entra na sala.

Zada Ban: - O clube dos escoteiros ta reunido... *pshh*

Ele vai para uma das mesas e começa a procurar algo.

Zada Ban: *pshh* Skundar você viu o meu datapad? É o velho com... *tshh*

Os rosnados de Aralakh soam alto e passos apressados ficam cada vez mais altos até que seu som é substituido pelo som de Zada Ban caindo no chão com o varren lambendo sua face.

Zada Ban: *ppshh* - SKUNDAR! *tshh* TIRA ESSA... *pshh* ESSA FERA DE CIMA DE MIM AGORA! *tshh*

Drannen: - Hahahah...é engraçado por que não sou eu...de qualquer jeito. Vamos aos negócios.

Aranas: - Alguém não deveria ajudar ele?

Drannen: - Ele sobrevive! Arrumei nosso ultimo membro.

Aranas: - Ultimo? Temos um krogan e um tanque. Do que mais precisamos?

Drannen: - De um especialista em combate...não me leve a mal, nenhum de nós aqui é pouca coisa, mas a verdade é que somos muito dependentes de nossas habilidades biotics e techs. Sem falar que nenhum de nós tem exatamente experiencia em liderar um grupo em combate, é aí que entra nosso elemento novo...

Ele aperta alguns botões na omni tool e produz a seguinte imagem holográfica.



O turian cruza os braços.

Aranas: - Intrigante...

Drannen: - O nome dela é Hilda Brunhenberg. Ou Capitã Brunhenberg como era conhecida antes. Os contatos do Rinz não são tão...eficazes fora de Omega, mas o que descobrimos é que essa malandra tem uma duzia de recomendações para o programa N7 da Aliança Humana.

Aranas: - O programa de elite deles...basicamente o equivalente deles da STG salarian ou das Asari comandos.

Drannen: - Algo assim...não conheço muito dos humanos, só sei o que todo mundo sabe...chegaram causando, se estranharam com os turians e acham que o universo é deles. Mas isso não vem ao caso, se metade do que ouvi sobre ela for verdade, totalmente queremos ela conosco. A missão que colocou ela na N7 envolveu ela e um esquadrão de cinco retomarem um dreadnought roubado por piratas sozinhos...sem sequer disparar um alarme...isso até ela ser expulsa da N7 por..."diferenças ideológicas".

Aranas: - Devo admitir...tem que ser no mínimo muito bom pra conseguir uma proeza dessas...mas como saberemos se ela é confiável? Como sabemos se "diferenças ideológicas" não pode ser traduzido para "mercenário sem qualquer senso de honra".

Drannen: - Pelo que fiquei sabendo ela acabou de chegar em Omega...e vocês sabem que isso é o equivalente a ser o cara magrelo no chuveiro de uma prisão...aumenta isso com o fato dela ser humana e de que praticamente qualquer turian e batarian da estação ta coçando pra encrencar com humanos. A parte confiável é que ela parece ter uma parcela especial de ódio por traficantes de escravos...o que por uma coincidencia estão incluidos na categoria de pessoas que caçamos com requintes de crueldade.

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Tihak
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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sab Maio 10, 2014 4:30 pm

Quando Drannen e Aranas começam a conversar, Skundar volta a olhar de um para o outro enquanto ouve. Sua preocupação parece diminuir um pouco agora que ele está dividindo ela com outros.

- Os sonhos não tavam acontecendo antes. E ei, naquele dia eu disse para você o que tinha acontecido, até procuramos no computador daqui informações depois que você matou a Thakesa...

Skundar se interrompe assim que Zada Ban entra falando. De repente, Aralakh vem correndo e pula no volus, derrubando-o. O krogan observa a cena , se segurando MUITO para não começar a rir, porém depois do comentário do Zada Ban sobre a "fera", Skundar não consegue aguentar...

- Pfff... HA HA HA HAHAHAHA! ! ! ! Relaxa, Zada Ban! É só que ele gosta de você!

Enquanto Drannen e Aranas discutem se deveriam salvar a vida de Zada Ban ou falar sobre o próximo membro, Skundar desce da cadeira, abaixa um pouco e estala os dedos:

- Aralakh! Aqui, garoto!

O krogan em seguida volta a ouvir Drannen enquanto passa a mão na cabeça do varren.

- Uma humana?! - ele diz com um mix de surpresa e interesse. Para Drannen estar sugerindo uma humana invés de um krogan ou outra raça mais fisicamente avantajada, ela deveria ser muito boa.

Ele ouve pensativo a discussão entre Drannen e Aranas sobre se ela seria confiável ou não. Logo ele fala:

-Diferenças ideológicas ou não, se ela é tudo isso acho que vale a pena pegar ela para nosso lado antes que alguma gangue ponha ela atrás de nós, não acham? - ele diz e fica olhando de um para o outro esperando respostas.

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sab Maio 10, 2014 8:24 pm

Drannen: - De qualquer jeito, o Rinz ficou de me avisar...o ruim é que dificilmente encontraremos um especialista nisso aqui em Omega, as pessoas que manjam de Protheans são geralmente ou arqueólogos ou cientistas. Talvez tenhamos que sair de Omega por um tempo para checar isso...mas por enquanto nem temos uma nave, e temos assuntos inacabados por agora.

Ao seu chamado Aralakh corre na sua direção e se senta com a lingua para fora.

Zada Ban: *pshh* - É claro... *tshh* ...só deixa essa coisa longe de mim antes que ele me mate...ou o oposto... *pshh*

Drannen: - Verdade, antes que me esqueça. Eu trouxe um presentinho de boas vindas pra você Aranas.

Aranas: - Um presente?

Drannen: - Yup....ahn Skundar pode me dar uma ajuda em trazer pra cá?

Você o segue até a entrada da sua casa e vê um caixote, não é exatamente imenso, mas é bem pesado. Ele o instrui a levar para Aranas que não se demora para abri-lo, o turian enfia a mão lá dentro e tira um capacete.

Aranas: - Uma...armadura?

Drannen: - É...a Raine conhece um cara...que conhece um cara, que conhece um quarian que vendeu uma dessas por um preço bem interessante, e relaxa checamos ela, parece tudo bem.

Aranas: - Hesito em perguntar onde seu fornecedor conseguiu isso...

Drannen: - Não sei, e é melhor não saber. Só sei que não dá pra você lutar por aí só com esse robe maluco seu, precisa de alguma proteção.

Aranas: - Obrigado...só me deem um segundo para me preparar.

Drannen: - Sorte minha que não tenho escolha senão usar a minha...Skundar você provavelmente deveria se preparar também, já temos a localização, é só montarmos no Mako e ir pra lá...

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sex Maio 16, 2014 1:24 pm

Assim que Aralakh vem Skundar começa a fazer carinho na cabeça dele enquanto ouve o que Drannen esta falando.

- É, a prioridade é ir atrás dessa Hilda. - e então ele fala com claro aborrecimento - Não é como se os sonhos fossem fugir da minha cabeça mesmo.

Skundar então ouve Zada Ban reclamando de Aralakh, mas antes de responder alguma coisa, Drannen pede a ajuda do krogan. Skundar vai com Drannen até onde estava a caixa e a trás de volta para onde Aranas estava.

Quando Aranas tira o capacete, Skundar comenta:

- Olha só, que legal! - Assim que Drannen fala que a armadura veio de um quarian, Skundar comenta - Quarian? Deve ser o mesmo que me vendeu a minha, ele é de confiança.

Quando falam para ele se preparar:

- To indo, acho que dar uma volta vai me fazer bem.

Skundar vai até seu quarto e lá veste sua armadura. Quando o krogan volta ele esta com sua graal spike thrower com o mod flamejante, o rifle de assalto com a omni-baioneta instalada e o lança granadas presos a armadura. Ele também leva o lança-mísseis que pretendia deixar no mako caso precisasse.

Ele passa a mão na cabeça do varren quando tá saindo.

- Não faça bagunça, e nada de pular no Zada Ban!

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sex Maio 16, 2014 5:53 pm

Você se apronta, colocando sua armadura e armas, Zada Ban concorda com a ideia de trocar o fuzil que você deu a ele por uma pistola...você não precisa de muito raciocínio lógico para saber que é muito mais fácil para ele lidar com uma pistola do que com uma arma que ele não vai conseguir controlar.

Ao sair, Aranas já estava com a armadura por baixo do robe e o capacete na mão.


Aranas: - Tenho que admitir...ela parece quase nova em folha.

Drannen: - É claro que sim! O Ri..eu sei o que faço!

Aralakh senta e dá um "latido" alegre com sua ordem. Vocês seguem para o Mako e você dirige para as coordenadas que Drannen joga no computador.

O bar fica na divisa com o distrito Tuhi, uma parte de omega famosa por ser uma área comercial lotada de lojas e negócios, você se recorda de que Zada Ban costumava fazer varios negocios nesta área, e que geralmente os suprimentos de Red Sand dele aparecem desse lugar.

O bar fica perto de uma esquina relativamente movimentada, vocês estacionam do outro lado da rua onde conseguem ver claramente um vorcha sendo jogado pela janela, ele se levanta tonto e mancando e some na curva da esquina.


Aranas: - Parece um lugar adoravel...

Drannen: - Omega meu caro...omega...bom é melhor vocês irem, ela deve estar lá.

Aranas: - E você?

Drannen: - Vou pegar um ponto bom pra ficar, ficar de olho aqui fora caso alguém suspeito apareça, lembre-se que estamos colecionando inimigos a cada dia, todo cuidado é pouco.

Aranas: - Se você diz...pronto Skundar?

Vocês atravessam a rua e entram no bar, avistar a humana não foi dificil visto que ela era a unica da espécie em um lugar abarrotado de batarians, krogans e turians.

Dá para ouvir um krogan falando com ela com uma cara de poucos amigos.

Krogan: - Cadê a minha grana?

Hilda: - Ah...a grana...bem vejamos, já que a informação que você me deu não valia nada...é exatamente isso que vou te pagar...

O krogan não perde tempo em agarra-la pelo pescoço e prensa-la no balcão.

Hilda: - Ei...é verdade que vocês tem quatro bolas?

Você se contorce mentalmente em agonia ao ver ela dar aquela joelhada em um lugar onde nenhum macho de nenhuma espécie gosta.

Ela se afasta e as pessoas ao redor casualmente dão mais espaço...brigas de bar são quase esportes nacionais em Omega, a humana que apesar de um pouco mais alta que a média para mulheres humanas não aparentava ser especialmente abençoada em termos de força faz um gesto provocativo de "Pode vir!".

O krogan obviamente morde a isca achando que a humana é no minimo suicida, seu cruzado de direita acerta o ar quando a humana se abaixa e dá um soco direto na barriga do adversário que faz o krogan perder o ar e alguns segundos que poderiam ser usados para evitar a joelhada na cara, exatamente na parte sem casco do krogan, você quase consegue ver a mandibula dele mexendo em camera lenta.

O braço esquerdo dela começa a ligar algumas luzes vermelhas que você reconhece como identicas a sua power glove, o próximo soco dela literalmente manda o krogan para trás do balcão. O salarian que estava servindo as cervejas apenas inclina o corpo para o lado enquanto limpa um dos copos com um pano sem nem virar o olhar, para ele aquilo era tão cotidiano que ficou entediante.
A humana solta um sorriso maroto e estrala os dedos, sacudindo a mão.


Hilda: - Filho da puta...que barriga dura...

Ela sente no banco e sinaliza para o salarian enxer o copo dela de novo...

Aranas: - ...Drannen?

O volus responde no rádio.

Drannen: - O que foi?

Aranas: - Precisamos dela...

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sab Maio 17, 2014 9:39 am

-Uhm. Não era o quarian que eu tava pensando, mas esse também é gente boa.

Skundar vai dirigindo o mako seguindo as coordenadas que Drannen colocou no computador. Chegando no local, Skundar para o mako próximo do bar. Depois do episódio da igreja, ele não iria mais ficar longe daquele mako. Depois que os três descem, Skundar ativa as medidas de defesa do tanque, só por precaução.

Ele observa o bar enquanto um vorcha é jogado para fora da janela e Drannen e Aranas comentam sobre o nível do lugar. Quando Aranas pergunta se Skundar estava pronto, ele responde:


- Para um bar?! Ha, melhor perguntar quando eu NÃO to!

Ele atravessa a rua, acompanhado de Aranas. Skundar como sempre, ao entrar no bar para na porta e passa os olhos lentamente por todos ali, procurando ameaçadas, conhecidos e a humana que estavam procurando. Skundar nota o krogan falando com Hilda, e decide assistir para ver o que vai acontecer.

Skundar se encolhe um pouco ao presenciar a joelhada que Hilda da no outro krogan. Tudo foi tão rápido e de repente que Skundar teve que parar para pensar e entender o que houve. Enquanto Aranas fala com Drannen, Skundar estava boquiaberto dentro de seu capacete: ele jamais havia pensado que outra raça, sobretudo uma como a humana poderia arrebentar um krogan daquela maneira. Depois de alguns segundos, ele olha para Aranas, e faz sinal com a cabeça para o turian segui-lo.

Skundar avança em direção ao balcão, não muito perto de Hilda mas também não muito longe. Assim que o krogan encosta no balcão, ele já faz sinal para o atendente de que não vai querer nada.


- Essa sua atitude vai te arranjar muitos inimigos aqui em Omega, captã Brunhenberg. - Skundar se vira para ela, ainda meio apoiado no balcão - Isso faz de você perfeita para o nosso grupo. Meu nome é Skundar, esse é o Aranas. Você já deve ter ouvido falar de nós.

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sab Maio 17, 2014 9:56 am

Você chega perto exatamente na hora que ela vira o canecão de cerveja, ela olha para você com uma expressão curiosa.

- Belas armas...saiu da 3a guerra mundial ou algo do tipo?

Aranas: - ...Omega nunca teve uma guerra mundial.

Na hora que você se apresenta, o bar para, todas as conversas silenciam e todos os olhares possíveis pairam sobre você...vários com uma expressão que se fossem colocar em palavras diriam "AQUELE é o Skundar?" e outras poderiam ser traduzidas para medo absoluto.

O salarian atrás do balcão estava obviamente nervoso, ele pega um copo tremendo e serve um pouco de ryncol.


Salarian: - Aqui senhor...po...po...por conta da casa...por favor não destrua meu bar.
A unica que parecia confusa com a situação era justamente Hilda.

Hilda: - Hmm...

Ela coça o queixo pensativa por alguns instantes.

Hilda: - Não...nunca ouvi falar...olha se to devendo dinheiro vai ter que ser um pouco mais especifico, vocês krogans são todos parecidos, ainda mais com você de capacete dentro de um bar. Mas devo dizer que gostei do efeito que você causa nas pessoas...

Dá para ver com o rabo do olho, o salarian fazendo um sinal de "Cara...Nãaao! Péssima idéia." que ela prontamente ignora.

Na hora que você toca na parte de querer ela para o grupo ela demonstra que...totalmente não esperava essa.

- Nossa...essa é nova. Todo krogan e batarian desse lugar que vem falar comigo quer ou me roubar ou "cobrar impostos"...tu deve ser o primeiro que ta tentando me contratar...err, você ta tentando me contratar ne? Não é daqueles que falam "Voce não tem escolha", por que já tive o suficiente dessa merda no exército. Ok Krogan conseguiu minha atenção, senta ai, me conte mais...

Você nem precisou olhar para o assento ao lado dela para que os dois turian saissem de lá com um sorriso forçado de "por favor não me machuque".

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Tihak
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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Dom Maio 18, 2014 1:37 pm

Skundar olha o copo de ryncol que o salarian oferece, o que foi totalmente inesperado. Apenas quando Hilda comenta o efeito que ele tem nas pessoas que Skundar nota o silêncio. Ele vira a cabeça de repente dando uma longa olhada por todos ali, vendo o medo, a surpresa de todos. Ele se vira de volta e olha para o salarian dono do bar. Skundar era o centro das atenções. Todos olhavam para ele, todos temiam ele.

E ele adorava cada segundo daquilo.

Quando Hilda volta a falar, Skundar olha para ela e presta atenção. De canto de olho ele pode ver a reação do salarian enquanto Hilda fala com ele de igual para igual. Mas então a humana pergunta se ele estava forçando ela a entrar para o grupo, o que surpreende Skundar:


- O que?! Não.... claro que não! - Ele gasta alguns segundos tentando sumarizar tudo que quer dizer para Hilda sobre o que ele, Aranas e Drannen fazem, mas percebe que não seria tão rápido - Ah... ok, eu não tinha pensado em sentar aqui para beber nada, mas... - ele diz olhando para o copo de ryncol sobre o balcão a sua frente. Skundar então olha para Aranas para ver o que o turian pensava da ideia, mas ja vai puxando um dos banquinhos que os turians liberaram e senta. - Acho que um gole não faz mal.

O krogan tira os cabos que ligam seu capacete a armadura, tira o capacete e coloca ele sobre o balcão. Em seguida ele pega o copo de ryncol e da um gole, enquanto procurava palavras bonitas para dizer que era um justiceiro.

- Ok... Aqui em Omega, a única lei que vale... - ele tira a shotgun do suporte e ela se abre, pronta para disparar, mas ele não estava com ela apontada para ninguém, ele inclusive estava segurando a arma pelo meio dela - ... é essa. - Skundar põe a shotgun sobre o balcão a sua frente e toma mais um gole do ryncol - Mas nem todo mundo aqui em Omega é um mercenário ou um bandido. Muita gente inocente vive por aqui. - ele olha para Hilda - Nós somos de um grupo que protege essas pessoas. - Skundar então volta a olhar para frente, apoiado no balcão, como se só tivesse apenas ali sentado no bar para beber - Gangsters, bandidos, traficantes de escravos... esses caras chutam um inocente na rua, eles tem que se ver COMIGO. - Com um pequeno sorriso de canto de lábio - Isso me trouxe uma certa fama de que eu mato pessoas no meio da rua. Não, é mentira. Eu não saio por ai para matar pessoas. Eu saio por ai para matar bandidos.

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Dom Maio 18, 2014 2:28 pm

Quando você fala da lei de Omega ser a lei da arma, três batarians e um volus saem do bar, ela fixa o olhar na sua arma no balcão.

Hilda: - Bela mini bazuca...ESSA lei parece bem convincente...por que ela tem esses espinhos em volta? Parecem bem inconvenientes.  

Ela escuta, intrigada e curiosa com cada palavra, dois turians levantam e saem do bar.

Hilda: - É...percebi, quando um amigo meu la na Citadel comentou que para matar um bandido em omega tudo que você tem que fazer é fechar os olhos e atirar na primeira pessoa, ele não tava brincando...mas bom saber que nem todo mundo aqui está contratualmente obrigado a ser um babaca.

Um salarian acompanhado de dois vorchas sai do bar.

Aranas: - O universo não é tão preto e branco assim. Do mesmo jeito que a Citadel não tem só anjos, aqui não tem só demonios.

Hilda: - Nunca imaginei que vocês turians acreditassem nisso também. E o fato de vocês estarem me pedindo como pe...aliens civilizados já é um otimo começo...

Ela descansa o copo no balcão e olha direto para vocês dois.

Aranas: - Sem falar que até onde sabemos você ta sozinha por aqui, isso é convite para encrencarem contigo. Conosco você vai ter recursos, armas, uma equipe e cuidamos uns dos outros.

Hilda: - Agora você ta é querendo me ganhar...geralmente eu falaria que alguns caras querendo comprar briga com o lugar mais barra pesada da galaxia são um bando de suicidas, sem falar que eu totalmente duvidaria que vocês estão fazendo isso por boa vontade mas...

Ela volta o olhar para o resto do bar...vocês percebem que só sobrou um turian dormindo com a cabeça enfiada na mesa.

Hilda: - Acho que isso pode dar certo...e nunca trabalhei com aliens antes, isso pode até ser interessante...e caralho trabalhar sem burocracia e supervisão me faria um bem que vocês não tem noção...e devo admitir que é a primeira vez que vejo um bar desses esvaziar tão rápido...

Ela levanta e pega o próprio capacete que descansava perto dela no balcão e ativa a omni tool e se dirige ao salarian.

Hilda: - Ah quanto te devo?

Salarian: - Err...10 créditos cada.

Ela transfere o dinheiro eletronico para o salarian.

Hilda: - Valeu pelas bebidas. Quem sabe a gente não vem aqui mais.

Ele estava batendo a propria cabeça contra o balcão.

Salarian: - To arruinado!

Hilda: - Também te amo! Bom pra onde agora? Quero ver se essa equipe de vocês é tão fodona quanto vocês falam.

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Sab Maio 24, 2014 12:02 am

Quando Hilda pergunta sobre os espinhos da arma, Skundar responde:

- Ah, você não tem noção do estrago que essa belezinha faz! Os espinhos são para rasgar thrasher maws de dentro para fora se te engolirem. Não tem muito uso aqui em Omega, mas eles vem com a arma mesmo.

Ele ouve o que Hilda e Aranas falam, sobre o universo não ser tão preto e branco. Quando Hilda comenta que eles são "aliens civilizados", Skundar inclina um pouco a cabeça para o lado achando estranho ela chamando-os de aliens, mas antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, Aranas fala e Skundar fica quieto, já que o turian parecia estar falando algo que ajudaria a convencer Hilda a se juntar a eles. Quando a humana comenta sobre eles serem um bando de suicidas, Skundar responde:

- Nós ouvimos isso o que? Umas quatro vezes por dia? - ele diz olhando para Aranas, como se esperasse que o turian também estivesse contando quantas vezes eles já ouviram isso. O krogan ainda podia ouvir em sua mente Zada Ban repetindo isso diversas vezes - Mas acredite: nós somos tudo, menos suicidas.

Quando ela comenta sobre o bar ter esvaziado, Skundar finalmente vira para trás para ver. Ele esperava que seu discurso fosse fazer algumas pessoas saírem dali, mas não imaginava que iria  ter um efeito tão aterrorizante em tanta gente. Ele abre um grande sorriso.

-Hahaha, e eu nem precisei atirar em ninguém! - vendo que Hilda ia sair, Skundar vira o copo de ryncol e bate com ele no balcão forte o suficiente para fazer barulho, mas não para danificar o copo. Ele então pega seu capacete e veste e também guarda a shotgun no suporte da armadura - É, burocracia nós não temos, só toma cuidado para não ferir nenhum inocente ou algo do tipo... pois é, da para acreditar que temos inocentes por aqui?!

Assim que o salarian começa a reclamar que esta arruinado, Skundar se vira para ele:

- Uh... obrigado pela bebida! Aqui... - Skundar ativa a omni-tool e paga pelo copo de ryncol, em seguida ele se vira e vai saindo com Hilda e Aranas.

Assim que estão se aproximando da porta, Skundar começa a falar:

- Então você gostou da minha shotgun, né? E dessa arma aqui, que que acha? - ele completa a frase assim que eles saem do bar, apontando diretamente para o mako estacionado ali perto.

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Dom Jun 01, 2014 10:27 pm

Hilda: - Espera ai...eu acho que essa bebida alien ta descendo errado. Eu ouvi você falando que essa arma é feita pra lutar contra monstros gigantes...DE DENTRO deles?

Aranas: - Foi exatamente o que pensei quando vi uma dessas pela primeira vez...isso e "Só krogans para ter uma idéia tão retardada".

Hilda: - Adorei! Se for pra ser devorado, estripe o filho da mãe por dentro! Onde arrumo uma dessas?
O turian dá um tapa na propria testa.

Aranas: - Espiritos me ajudem...temos dois Skundars agora.

Aranas para alguns instantes e coça o "queixo" pensativo.

Aranas: - Hmm...já ouvia isso todo dia quando tava no exército, agora só ficou mais evidente.
Você dá o dinheiro para o salarian que ainda parecia completamente inconformado com a quantidade de clientes que sairam...sem pagar.

Assim que você apresenta Hilda ao Mako, dá para ver na cara dela o maior sorriso que você já viu um humano esboçar.

Hilda: - To dentro! Onde eu assino? Posso dar uma volta com essa belezinha? Sempre quis dirigir um desses...por favor por favooor?

De trás do mako, aparece Drannen.

Drannen: - Devo supor que está aceitando nossa oferta? Se for assim bem vinda a familia...ou algo assim.

Hilda: - Um...volus? Quem é você? Por que nao ta respirando engraçado? Por que tem uma carapaça de krogan no seu ombro? E mais importante...isso é uma porra de um Rifle sniper anti matéria WIDOW nas suas costas?! Você deve ser...o manobrista mais badass que já vi...de um jeito bem adoravel.

Aranas está fazendo força para não rir.

Drannen: - Aham...meu nome é Drannen, meu modulador é diferente, sim é uma carapaça de krogan...longa história...sim é uma Widow e não ninguem mexe no meu bebê além de mim, e eu não sou um maldito manobrista! Por que todo mundo me pergunta isso!? E err...adoravel? Sério? ...
Hilda: - Adoravel de um jeito bem perigoso.

Drannen: - Menos mal...eu acho...

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MensagemAssunto: Re: 4a Cronica de Skundar: O chamado ao heroismo   Qua Jun 04, 2014 9:09 pm

Skundar já estava pronto para retrucar para Hilda e Aranas que eles também teriam armas assim se tivessem thrasher maws em seus planetas, quando Hilda concorda com Skundar!

- FINALMENTE! Alguém que entende!

Até ele fica surpreso com a reação de Hilda em ver o mako, mas Drannen aparece antes que Skundar pudesse responder algo. Hilda então começa uma sequência de perguntas e até o próprio Skundar pensa "caramba, ela fala mais que eu". Quando Hilda chama Drannen de "manobrista", Skundar se segura para não rir, mas quando ela diz que ele é "badass de um jeito bem adorável", Skundar simplesmente começar a gargalhar. Quando Hilda tenta consertar e só piora, Skundar começa a rir ainda mais.

- Ok, depois dessa eu te deixo dirigir o mako! HA HA HA HA HA ! ! !

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