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 Primeira crônica: O começo de tudo

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Tihak
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MensagemAssunto: Primeira crônica: O começo de tudo   Dom Abr 28, 2013 10:57 pm

Prólogo para todos os dragões:

Você está protegido. O mundo não é nada mais do que você mesmo. Apenas você. Mas você sabe que não esta sozinho, de maneira alguma. Um som, uma voz, poderosa e reconfortante, ecoa as vezes dentro de sua consciência, em um mundo onde mais nada existe.

A voz canta, conforta, conta histórias e fala sobre um mundo fantástico, cheio de maravilhas e terrores o qual um dia você vai conhecer. Você ouve e compreende... mas por enquanto é tudo que faz. Você esta aconchegado, o tempo não existe, e aquela é a única existência que você conhece.

As voz cessa... esteve com você a tanto tempo... para onde ela foi?! Mas ela não foi sem aviso, ela disse que vocês se veriam novamente, e que você devia ser forte. Você tinha um destino a sua frente, um qual você não poderia nem deveria fugir, e que no futuro, seja la o que for esse tal “futuro”, todos os outros olhariam com inveja para seu poder!

...“outros?”, você pensa.

Tudo permaneceu em silêncio. Outros sons que você não conhecia foram a única coisa que você ouviu. Você se sentia estranho e desconfortável. Algo havia mudado, mas você não sabia o que.

Até que finalmente você voltou a se sentir como antes. Estranho, não como antes... havia uma presença, como a voz... não, não uma, várias! Várias presenças! Mas elas eram pequenas. Elas eram frágeis. Elas eram como você.

E quando você ja achava que nunca mais iria ouvir outra voz, várias vozes, muito diferentes, estranhas, bem mais fracas porém igualmente melodiosas, desceram por sobre você como uma cachoeira de alegria. Elas contavam histórias, cantavam e o reconfortavam, mas eram diferentes da voz anterior. A voz anterior era poderosa e majestosa. Essas eram belas, mas não pareciam estar acima de você.
E assim as coisas seguiram.

Até que algo aconteceu.

Kriver e Shokhan foram os primeiros a notarem. Pela primeira vez sentiram algo, algo vindo de dentro de seus próprios seres, tão forte quando os sons das vozes que ja tinham ouvido, ou os sentimentos que ja tinham sentido... algo estava diferente. Algo estava errado. Algo estava MUITO errado...

Safira e Aeglos foram os próximos. Extremamente perceptivos, podiam perceber a harmonia das coisas fora do mundinho em que estão vivendo, mas essa harmonia havia sido quebrada. Algo lhes deixava inquietos.
Osfengio e Sombra da Morte, não demoram a perceber uma inquietação... as outras presenças próximas, aquelas parecidas com vocês estavam agitadas, e algo não parecia estar certo...

Todos percebem: onde estavam as vozes que cantavem antes?! O que esta havendo?!
Aquela escuridão não parecia mais aconchegante e acolhedora, agora vocês se sentiam confinados! Aquele lugar que vocês nunca acharam que deixariam, agora é onde vocês menos querem estar agora.

E assim tudo começa!


Com um grande esforço, cada filhote começa a lutar contra seu confinamento. A batalha é dura, e os filhotes começam a usar pela primeira vez seus musculos e suas pequenas garras. Com muito esforço, rachaduras começam a surgir nas cascas dos ovos, permitindo aos filhotes verem seus primeiros raios de luz.
Aos poucos, os filhotes começam a quebrar a casca dos ovos, uma garra aparece para fora de um, um focinho para fora do outro, e logo buracos grandes o suficiente surgem de maneira que os filhotes possam ver o ambiente fora de seus ovos pela primeira vez.

A caverna, aparentemente natural e iluminada por algumas pedras luminescentes, agora se enchia com os guinchados e os sons dos filhotes. Vocês estão todos arranjados em ninhos improvisados, bem próximos. Seus olhos, ainda vendo tudo levemente embaçado, logo captam uma criatura a sua frente, mas essa criatura anda em duas pernas, não há uma cauda atrás dela, nem asas em suas costas. Uma cabeleira desgrenhada e oleósa cobre sua cabeça, que não possui um focinho. Os filhotes não sabem o que aquela criatura é, só sabem de uma coisa: ela definitivamente não é um dragão! Apesar disso, a criatura tinha um ovo de dragão em seus braços, e olhava sem reação para os filhotes que nasceram de repente a sua frente.






(OFF: Vocês acabaram de nascer, por isso suas baforadas não estão disponiveis ainda. A medida que as baforadas de cada um começarem a funcionar eu aviso. Por enquanto deixarei sem ordem de postagem, mas por enquanto tentem postar apenas UMA ação a cada post meu. Posts que são apenas falas estão LIVRES por enquanto, sem nenhuma restrição, e apesar de filhotes, seus personagens ja tem a capacidade de falar... mas lembrem-se! Vocês ainda são filhotes, ajam de acordo e bom jogo a todos!)


Saviik:

Haviam se passado ja alguns anos que Saviik havia passado por sua transformação e agora era um draconiano. Todo esse tempo ele serviu como um dos principais vassálos do dragão Kalfyra.
Saviik, apesar de forte, ainda não se comparava aos servos mais poderosos do dragão, mas Kalfyra não escondia sua confiança de que um dia o draconiano poderia ser um de seus mais valorosos guerreiros, pois alem de forte, Saviik era sábio.

Com o tempo, o dragão chegou a conclusão que se Saviik quisesse se desenvolver e ser mais do que um simples vassalo, ele deveria ver mais do mundo do que apenas aquelas terras que viveu a vida toda, e enfrentar conflitos maiores do que apenas monstros selvagens e guerras entre as tribos. Kalfyra sabia que não haveria lugar melhor para Saviik desenvoler suas habilidades de combate e absorver uma quantidade imensa de novos conhecimentos do que no Conselho, e após uma breve conversa, convenceu o draconiano a se tornar um vassalo do Conselho.

“Vá, pois servindo o Conselho, estará servindo a mim tambem, pois sigo a vontade de Io, assim como o Conselho tambem o faz. Vá e honre meu nome perante os mais poderosos senhores destas terras!”

Saviik estava a alguns meses vivendo ja na Ilha-de-Todos-Os-Clãs, uma ilha gigantesca onde ficava a sede do conselho. No centro da ilha, uma montanha praticamente esculpida por garra e magia, para suprir as necessidades do conselho. Em seu topo aconteciam as discussões e desafios, enquanto em suas cavernas, túneis e parapeitos, viviam os servos mais fiéis de todo o conselho, sua maioria sendo elfos, anões, gnomos, draconianos e ocasionalmente uma ou outra criatura de outra raça.

Saviik vivia em um conjunto de habitações de draconianos, convivendo e treinando com seus semelhantes. Apesar de toda sua experiencia e poder, ele mal chegava aos pés de grandes guerreiros com séculos de idades e uma quantidade infinita de lutas para contar. Saviik era respeitado, mas era claro que ele era apenas um novato, e por essas razões, o draconiano recebia por enquanto funções mais relacionadas a manutenção da vida na montanha e terras próximas do que realmente alguma missão de grande importância.

Atualmente, Saviik havia sido escolhido, por sua temperância e sabedoria, para presenciar e auxiliar no nascimento de uma ninhada que estava prestes a chocar. Por alguns dias, Saviik fez vigilia na ninhada, junto com os gnomos e gnomas que cuidavam dos ovos, saindo da área de incubação dos ovos apenas de vez em quando.

O draconiano estava voltando de algum outro afazer que havia surgido e requerido sua atenção. O ninho para o qual se dirigia era bem baixo, quase no pé da montanha, e Saviik caminhava por grandes corredores de pedra, iluminados por pedras com luminescencia mágica e ocasionalmente uma rachadura grande, fechada por grades,l que permitia a luz do sol poente lavar um pedaço dos corredores. Nos ultimos dias, Saviik havia feito aquele caminho diversas vezes, até chegar a porta do corredor que dava acesso a área dos ninhos: uma porta de madeira enorme, capaz de dar passagem para um dragão jovem, com uma porta menor em seu meio, feita para os servos de tamanho menor utilizarem.

De imediato Saviik nota algo estranho: deveria haver um guarda ali. Quando Saviik tenta abrir a porta menor para passar ele percebe algo ainda mais alarmante: a porta abre um pouco e então para, algo pesado parecia bloquear a porta, mas pela fresta que Saviik ele pode sentir claramente o cheiro de sangue...


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Última edição por Tihak em Seg Maio 13, 2013 11:45 am, editado 1 vez(es)
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Elessar III
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Dom Abr 28, 2013 11:29 pm

Um novo brilho... seria esse o novo mundo? Uma nova consciência? Podia sentir suas patas ainda dormentes, asas fracas que doíam quando tentadas a se mover. Não era nada agradável ali... Onde e por que estava ali? Idéias pensamentos tudo aos poucos ia se formando... vazio vindo de dentro? O que seria isso? Por que algo dentro parecia doer?
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DEATH
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Dom Abr 28, 2013 11:43 pm

Seu mundo, que ate pouco tempo lhe trazia um aconchego e segurança, agora estava em perigo, ele podia sentir isso, um mal estar, uma sensação diferente daquelas que sentia quando ouvia as canções e historias. Algo que lhe fazia querer se afastar, evitar isso, mas não conseguia.

Seu espaço parecia cada vez mais apertado, mais desconfortavel, ainda mais com aquela sensação crescente de que algo não estava como deveria estar. Começou a usar seu corpo, um corpo fragil, não muito forte, tendo dificuldades em romper as barreiras de seu mundinho.

Após varias tentativas e muito desgaste, Shokhan consegue ver uma luz pelas rachaduras, uma luz ofuscante que lhe fazia enchergar tudo com dificuldade. Por um instante se perguntava de onde sabia aquelas coisas como "luz", "ofuscante" e "rachadura", mas foi quando percebeu que ja havia ouvido diversas historias e conhecimentos enquanto ainda estava ali, coisas que eram apenas fantasias e que agora se tornavam realidade.

Quando finalmente conseguiu colocar a cabeça pelo buraco, aos poucos pode perceber que deveria ter sido um dos ultimos a conseguir sair de seu ovo, vendo que entre todos ali, haviam semelhantes e apenas um que era diferente, no entando carregando um ovo e algo lhe dizia que não era pra aquilo estar acontecendo, estava desconfiado de algo mas não sabia o que...

Não viu reação alguma daquela estranha criatura ou de seus irmãos, apenas um silencio assustador. Procurou encher os seus ainda pequenos pulmões de ar pela primeira vez que sua vida e falar alto, para que todos pudessem ouvi-lo, tentando mostrar a mesma firmeza na voz ao se lembrar do quão magestosa e imponente era a voz que um dia lhe foi tào familiar. Ao mesmo tempo, tentava se libertar de sua antiga morada, aquele ovo que agora não mais lhe seria util, sentindo ainda aos poucos cada parte de seu corpo "despertar" de toda aquela dormencia.


- Alguma coisa esta atrapalhando o nosso sono irmãos! Que tipo de criatura é essa e por que tem um de nos em seus braços?!
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Abr 29, 2013 1:05 am

Apertado, sufocado, e muito, muito chato.
"Porque Diabos eu ainda to aqui? Aqui tava tão bom, agora está muito muito ruim, vô meter o pé daqui."

Com algum esforço consegue rouper a casca do ovo e percebe que alguns outros ovos tambem estão se rompendo, alguns já haviam se llibertado, outros ainda tentavam.

Mais sua atenção foi atraida para algo ou alguem que olhava estarrecido para eles.

ouve tambem o comentario de um dragão ao lado, mas se contenta em dizer:

-Ô bicho feio, tá judiado em cara?

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Abr 29, 2013 2:03 pm

As ordens de Kalfyra a principio soaram estranhas e um tanto quanto inesperadas. Apesar de não ter questionado foi para a Ilha de Todos os Clãs afinal as palavras do dragão vermelho faziam sentido, se ele servia o Conselho então, pelo menos indiretamente estaria fazendo sua vontade, sem falar que poderia finalmente ser a oportunidade que esperava para sair daquele mundinho que conhecia, sabia que lá fora existiam guerreiros com os quais vale a pena lutar ou aprender.

No começo era estranho ver outros draconianos, a principio sentiu-se um tanto quanto decepcionado por ingenuamente achar-se o único, mas logo depois sentia-se bem, já que finalmente estava sentindo um genuíno sentimento de camaradagem que nunca sentiu com sua tribo de nascença que apenas o desdenhava.

O fato de vários draconianos virem de diversas raças, perspectivas e culturas abriu sua mente, sentia que Kalfyra havia dado uma oportunidade unica e estava disposto a aproveitar o máximo que puder.

Ao ser escolhido para ajudar na ninhada, a principio sentiu-se desnorteado, nunca havia cuidado de nenhuma criança, na tribo dele isso geralmente era o trabalho das fêmeas, não fazia ideia de como poderia ajudar, a não ser que fosse para protege-los.

Conforme percorria os longos corredores subterrâneos cujo caminho já havia decorado por ter que usa-lo tantas vezes ao dia até que algo fora do comum atraiu sua atenção.

Por motivos óbvios, a porta que dava acesso a área dos ninhos era sempre vigiada, mas encontrava-se vulnerável, por precaução resolveu tentar entrar para checar as ninhadas mas a porta estava bloqueada pelo outro lado.

Mas o que o fez agir rápido foi o cheiro de sangue, alguma coisa estava lá dentro ameaçando as ninhadas, não dava tempo para subir todo o caminho e pedir ajuda.
Afastou-se alguns passos e reuniu sua força na sua perna esquerda, logo depois avança saltando contra a porta acertando um chute o mais forte que conseguia para abri-la e rapidamente dirigir-se a área dos ovos...

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Elessar III
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Abr 29, 2013 3:41 pm

.... Casca rompida, Sons sendo captados. Sim havia se rompido a casca que a separava de sua incubação para a vida externa. O tempo passava, e agora os pensamentos começavam a tomar forma, fazer sentido. Percebera que seus instintos até o momento a comandara a fizera romper para o novo mundo. Ouvira a voz de outro ser, e tais palavras já fazia sentido, sua mente ja era capaz de coordenar as informações e a transformar em pensamentos cognitivos.

-Isso não esta correto, a harmonia fora rompida...


Sua cor em um tom azul vibrante agora contradizia com a expressão de seus olhos que eram de um gélido aterrorizante. Observara a figura a frente se momento, não era um dos seus definitivamente. Então definitivamente aquela seria a fonte da pertubação. Não compreendia o que estava acontecendo ainda, mas Saphira nascera com o don da sabedoria era fácil distinguir a medida que o tempo passava as coisas ao seu redor.

Outros falavam mas uma coisa ainda era forte, seus instintos, preferiu agora ficar em silencio saindo de onde estava e dando alguns passos para traz, se encolhendo, mostrando os dentes em tom de ameaça.

Spoiler:
 
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pobosgame
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Ter Abr 30, 2013 1:20 pm

Parecia uma eternidade desde a última vez que ouviu aquela voz majestosa lhe ensinando e reconfortando. Muito tempo se passou e outras vozes tomaram seu lugar. Vozes fracas que falavam de coisas estranhas. Não havia poder nelas. Osfengio se sentia incomodado. Seu universo era rodiado por aquela voz maravilhosa e imponente, agora, seres inferiores dizem e cantam coisas insignificantes.
Depois de um tempo, alivio. As vozes fracas cessaram. Algo reconfortante tomava sua alma. Algo fora de seu universo o chamava. Com toda sua vontade tentava se livrar do que agora parecia uma prisão. Seu focinho rompe a barreira e ele pode sentir cheiros. Ah! que cheiro maravilhoso. Um vento suave bate em sua pele púrpura trazendo um aroma agradável. Um aroma ferroso entra por suas narinas. Ele se delicia com aquilo. Um som de alivio e prazer sai de sua boca. Ele precisa sentir aquilo com todos os seus sentidos. Seu focinho força uma abertura maior e seus olhos doem. Luz! E depois, visão. Seres como ele, fadados à grandeza e soberania estão ao seu lado. Seus irmãos. Suas vozes ecoam pela sala. Um ser estranho, maior que eles esta de pé à sua frente. Em suas mãos, um de seus irmãos ainda preso em seu pequeno universo. Mas não é isso que ele deseja. Seu desejo é saber de onde vem aquele aroma agradavel de ferro que lhe fez acordar de seu sono.
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Darius
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Ter Abr 30, 2013 10:40 pm

Estava tao bom naquele lugar.. Aeglos adorava aquele estado, se sentia muito bem ali.. Mas ai tudo aquilo mudou de repente, algo estava errado e o fez inquieto, sua agonia cresceu tanto que quando viu ja estava fora de seu ovo.. E algo o chamou a atenção logo em seguida, parecia estar roubando um de seus irmãos, nao se detém, com seus músculos ainda nao acostumados com o esforço correu ate a frente do sujeito, impedindo de que ele passasse, mas sem dizer uma palavra..

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Lorde Brazen
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qua Maio 01, 2013 1:23 am

Perdido em seus sonhos de grandeza, dentro de sua barreira protetora, seu mundo de conforto. E então tudo mudou, o que antes o protegia agora era o que o aprisionava, o sufocava.

Algo estava muito errado. Kriver lutou para sair com furia do ovo até finalmente encarar o mundo lá fora. Percebe os demais a sua volta, diferentes de Kriever mas iguais em essência. Ao mesmo tempo percebe aquela criatura tão diferente. Sente por ela aversão. Se da conta de que possui dentes e guarras afiadas. Sai daquele ninho improvisado, as presas afiadas à mostra e suas guarras afiadas brilhando enquanto partia as pedras a sua frente com seus passos. Olha fixamente para o ser a sua frente, um olhar gélido e cruel. Percebe o ovo em seus braços.


- Solte-o!

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Tihak
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qui Maio 02, 2013 1:18 am

Todos os dragões:

Passado o primeiro choque do nascimento, os filhotes podem começar a compreender o ambiente a seu redor. Os ninhos dos quais os filhotes nasceram estavam próximos a uma parede. A caverna era ampla, em um de seus cantos havia uma estalagmite grande o suficiente para chegar ao teto. Haviam alguns outros ninhos com ovos ainda não chocados.

A criatura continua observando, curvada e com um ovo em mãos, aos filhotes que nasciam. Aparentemente ela estava levantando o ovo quando os dragõezinhos começaram a chocar, e o ser parou para assistir. A criatura então se ergue, ficando de pé e vocês podem ver que o ser é bem grande, sua cabeça estando a quase 3 metros do chão.

Shokhan e Black Jack falam, mas a criatura ou ignora ou não compreende. O ser apenas mostra os dentes, o que para um dragão seria uma ameaça de agressão, mas vocês haviam ouvido em histórias que humanoides as vezes faziam isso para expressar felicidade e alegria... independentemente, aquele sorriso não desperta bons sentimentos em vocês.

Safira se afasta enquanto rosna, sibila e mostra os dentes, mas a criatura não parece se intimidar.

Todos os filhotes podiam sentir vários cheiros com seus olfatos aguçados: a criatura não podia ser descrita de outra forma do que fedorenta. Seu cheiro era forte e desagradável. Havia também um cheiro ferroso no ar, a maioria dos filhotes não nota muito por terem sua atenção na criatura, mas Osfengio podia sentir claramente um cheiro forte, vinha de perto, mas ele não conseguia definir da onde, provavelmente do outro lado da estalagmite que tinha em um dos cantos da caverna.

A criatura então, ainda com o ovo em mãos, olha para trás e grita alguma coisa em uma voz grave e rouca, em uma língua que os filhotes não podem compreender. Uma voz semelhante responde, e logo mais duas criaturas semelhantes aquela surgem vindos de trás da estalagmite, provavelmente havia uma passagem ali. As criaturas não se aproximam, apenas param e olham de longe, pasmas assim como a com o ovo na mão estava ao ver os filhotes nascerem.

O ser com o ovo então retruca alguma coisa, mas Aeglos avança e se põe na frente dele. O humanoide olha surpreso, parecia não entender o que o filhote de cor azulada queria fazer, mas antes que pudesse esboçar mais alguma reação, Kriver avança um pouco afrente, tentando intimidar o monstro com uma única palavra enquanto com suas garras arranhava o chão de pedra. A criatura parece não entender a palavra, mas parecia perceber a postura ofenssiva do dragãozinho vermelho.

Frente ao desafio de alguns dos filhotes, a criatura solta um rosnado irritado enquanto seu sorriso se transforma em uma expressão de aborrecimento. Uma das criaturas distantes diz mais alguma coisa na língua estranha deles, e o que esta próximo de vocês baixa o ovo, deixando-o no chão, em seguida puxando um saco de seu cinto que parecia ser feito de couro. Segurando o saco em uma mão, o ser apenas os olha para os filhotes com um olhar cruel, que se fixa subitamente no mais próximo deles: Aeglos. O ser avança contra o dragãozinho, tentando agarrá-lo com uma de suas grandes mãos!

Enquanto isso, Aharadak ainda estava dentro de seu ovo. Até alguns momentos atrás, estava alheio aos acontecimentos de fora de seu ovo, até que ele começa a sentir um desconforto, algo no âmago de seu ser o avisava de que alguma coisa não estava certa... Aharadak não se sentia mais seguro, seu mundinho estava balançando como nunca antes, e por alguns momentos permaneceu assim, até que tudo parou. Aharadak sentia que aquela não devia ser a hora... mas algo havia mudado, e guiado pelo instinto, o dragãozinho começou sua guerra para nascer de seu ovo!

Enquanto isso, os demais filhotes podiam ver o ovo que a criatura havia acabado de por no chão se movendo de leve, e logo começando a rachar!


Saviik:

Saviik se concentra e desfere um chute voador com muita força e técnica contra a porta. A porta é forte o suficiente para não se quebrar com o chute, mas ela se abre o suficiente para o draconiano se esgueirar, enquanto um armário pesado de madeira cai ao chão.

Quando Saviik entra pode perceber que o armário estava ali para bloquear a porta, mas seu chute foi forte o suficiente para derrubar o armário, assim abrindo um pouco a porta. Não demora para Saviik ver da onde vinha o cheiro de sangue: um guarda gnomo estava estirado de barriga par cima sobre uma poça de sangue, vários hematomas pelo corpo, um dos ombros deslocados, seu pescoço estava quebrado e um dos lados de sua cabeça havia sido desintegrado aparentemente por uma pancada muito forte.

O corredor de pedra aqui se separava: continuava o corredor maior em uma direção, o caminho para os ninhos, e um menor ia para uma ala que Saviik sabia era uma área dedicada aos guardas e cuidadores dos ovos, onde havia comida, camas e outras coisas dignas de uma morada temporária. Antes que o draconiano pudesse ter qualquer idéia, ele nota uma criatura humanóide grande chegando do corredor dos ninhos.

A percepção superior de Saviik, por sua mente calma e focada e treinamento constante, permitem que ele note a criaitura chegando antes que ela pudesse vê-lo.

A criatura era um ogro! ! ! O ogro tinha 2,60 de altura pelo menos, e parecia ser bem forte. Usava peles como vestimenta e tinha um tacape em uma das mãos. Aparentemente ele havia ouvido o som do armário despencando e vinha checar o que estava havendo. Ele não havia visto Saviik.... ainda.


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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qui Maio 02, 2013 9:48 am

Kriver percebe a situação de combate inevitável. Num gesto instintivo flexiona suas guarras, abre suas asas, sua boca e , com um rugido, avança de um salto contra aquele que se precipitava contra Aeglos, na intenção de rasgar sua garganta com a mordida.

- GRRRRRAAAAAHHHHHH!

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qui Maio 02, 2013 10:13 am

Saphira observa... Seu auto controle é frieza a colocara em posição de defesa, era preciso primeiro analisar tudo para se tomar uma decisão. Não era uma guerreira impulsiva, isso agora era um fato que acabara de descobrir, seu corpo ainda não estava pronto, poderia levar ainda alguns minutos ou horas para se sentir pronta e apta para tentar alguma coisa. Ganharia o tempo que fosse preciso seu foco era em si mesma, ganhar força para prosseguir.

Via os outros dragões partindo em investidas, parecia algo estranho afinal aquele ser era imenso, mas ainda assim erram seres inferiores. Seres inferiores que ousavam macular filhotes...

Saphira, continuava a observar sibilando com suas escamas... Cada segundo aprendendo mais sobre esse novo mundo que agora também pertencia a ela
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Bidy
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qui Maio 02, 2013 12:47 pm

Conseguindo forçar a porta, a primeira coisa que nota é o corpo completamente destruido de um dos guardas. Saviik abaixa-se para tentar ver o que exatamente pode ter matado ele, a unica conclusão é que foi algo muito grande com uma arma de concussão o que exclui a possibilidade de ter sido qualquer dragão do contrário os ferimentos seriam de uma arma cortante ou qualquer efeito elemental de um sopro.

Decide continuar em frente até chegar na divisa o qual um lado vai para o alojamento dos guardas e o outro para os ninhos. Na hora pensa que se existisse algum guarda vivo estaria ouvindo a luta acontecendo...a não ser que todos já estejam mortos.

No momento seguinte escuta o barulho de passos pesados, percebeu o ogro aparecendo. Já havia enfrentado orcs antes mas nunca ogros, apesar disto não se deixa intimidar, já derrotou inimigos com tamanho e força superior a sua antes e estava disposto a continuar assim.

Aproveitando-se do elemento surpresa, Saviik corre na direção do inimigo enquanto as asas que estavam fechadas em volta do seu corpo se abrem para que não atrapalhassem seu movimento, conforme o draconiano salta, chamas irrompem em seu pé enquanto desfere um chute giratório mirando na cara do ogro.

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qui Maio 02, 2013 5:00 pm

Osfengio observa aquele ser imenso tentar agarra um de seus irmãos enquanto um deles avança contra a criatura. Seu corpo ainda fraco não esta em condições de lutar, mas sua mente aguçada tenta analisar a situação. Observa seus irmãos e os companheiros da criatura. Movendo-se sorrateiramente, tenta encontrar algo que possa usar contra seus inimigos até que seu corpo reuna forças para enfrenta-los.
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Lord_Rasler
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qui Maio 02, 2013 9:41 pm

Paz, conforto e tranquilidade; era tudo oque ele tinha. Protegido dentro de seu pequeno mundo, alheio a tudo e todos, ele se sentia seguro. Durante um bom tempo soube que nada o machucaria, afinal; ela estava com ele... Mas de repente veio o silencio, a voz se calou, sua paz foi perturbada, a tranquilidade e confiança que antes sentia deram lugar a um intenso senso de perigo. Algo estava errado, alguma coisa muito grave iria acontecer. Súbito, seu “mundo” começou a chacoalhar, várias outras presenças surgiram. Algumas eram como a voz, infinitamente mais fracas, mas eram como a voz... e eram como ele. Não era a hora ainda, Aharadak não estava pronto... porém, não lhe foi dada escolha. Tinha de se adiantar; aproveitou uma pausa no turbilhão para tentar romper as barreias; Foi um pouco difícil, mas ele conseguiu.

Após algum esforço o ovo se partiu. O pequeno dragão se via agora em uma caverna. As outras criaturas estavam lá; pequenos dragões como ele e também, algumas criaturas estranhas que ele não reconhecia. Seu instinto trouxe um rosnado ao encarar a criatura maior, que estava parcialmente de costas para ele. Aharadak se arrepiou e mostrou os dentes, mas súbito foi ao chão. Tinha acabado de nascer, sabia do perigo que corria mas estava fraco ainda. Viu outros dragões tentando se defender, queria ajudar, queria se defender, mas seu corpo ainda não respondia direito... Respirou fundo e começou a reunir forças para agir enquanto encarava as criaturas com os dentes a mostra e rosnando.
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Sex Maio 03, 2013 1:41 am

Uma situação desfavoravel para os recem nascidos e que acabou piorando um pouco mais com a chegada de outros dois. O cheiro ferroso forte no ar não lhe era diretamente familiar, mas se lembrou de ja ter ouvido algumas vezes hostorias contadas pela aquela voz de como aquele aroma se espalhava no ar, principalmente nas narinas após se abater uma presa fresca... Era o aroma de sangue.

Estava mais do que claro para Shokhan que aquelas criaturas deveriam estar se alimentando de outros ovos, de seus irmãos e irmãs. Aquilo o encheu de furia instantaneamente, pensando no quão ediondo era aquele ato, embora soubesse que nada mais era do que a cadeia alimentar. Havia uma vaga chance deles serem "guardiões" ou responsaveis por protege-los, mas Shokhan estava inquieto de mais com tudo aquilo.

Sua furia de nada servia naquele momento, pois bastou olhar ao redor e perceber que era sem duvidas o mais fraco do grupo e não sabia se era o mais inteligente pois outros tambem estavam analisando a situação, mas sem duvida não era o mais burro pois viu alguns ja se preparando para o combate desproporcional. Filhotes acabando de nascer contra 3 criaturas daquele tamanho.

Apenas pensar não resolveria a situação, precisava agora é agir diante do problema. Seu irmão vermelho foi o primeiro, atacando aquele que ameaçava o preto. Provavelmente começaria um combate, uma oportunidade para Shokhan tirar uma duvida crucial: o que havia do outro lado da estalagmite? Aproveitaria a oportunidade para se esgueiras, procurando ser agil e sorrateiro, algo que sentia que conseguia pois apesar de ser fraco, seu corpo ja se movia com leveza.
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Darius
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Sex Maio 03, 2013 12:57 pm

Aeglos tinha seguido seu instinto de proteger seu irmão, mas agora que estava sendo ameaçado não parecia mais uma boa ideia.. Seu corpo ainda não estava acostumado com muitos esforços físicos, e ja começava a doer pela "corrida" que acabara de fazer..

Mas algo precisaria ser feito se não a próxima vítima seria ele agora, rapidamente tentou uma disparada entre os meios das pernas do bicho, e se conseguisse, iria usar seus dentes para morder o calcanhar da criatura para depois conseguir uma distância segura..

Se caso fosse pego não haveria muita coisa a fazer a não ser tentar morder a mão do sujeito..

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Tihak
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Sab Maio 11, 2013 3:21 pm

Para todos os dragões:

Aeglos reage de puro reflexo quando o humanóide tenta agarrá-lo. A mão do inimigo chega a se fechar envolta da cauda do filhote, mas antes que pudesse segurar de fato, o filhote ja conseguiu se soltar. Passando por entre as pernas do humanóide, Aeglos crava suas pequenas presas no calcanhar da criatura. A bota de couro improvisada não ofereceu muita resistência, mas a pele da criatura era bem dura. Mesmo assim, o ser solta um grunhido de dor.

Antes que o ser pudesse tomar qualquer atitude porém, ele percebe Kriver flexionando o corpo e saltando contra ele com garras e presas a mostra e as asas abertas enquanto ruge. Ele solta o saco que havia em uma de suas mãos e barra o ataque de Kriver com os braços, agarrando o filhote com uma mão em seu pescoço e outra em uma das patas frontais do filhote, tentando manter Kriver longe de sí. O ser grunhe de raiva, e com alguma dificuldade empurra Kriver para trás. O dragão se desequilibra e cai de costas no chão. Furioso, o ser saca o tacape que tinha pendurado em seu cinto.

Próximo as estalagmites, os outros dois humanóides apenas começam a rir e fazer comentários na lingua crua deles que vocês não entendem, e Shokhan ve a chance que queria para tentar se mover sorrateiramente. Seguindo seus instintos o dragãozinho sai bem baixo no chão por trás dos ovos, e se arrastando por entre pedras e cantos escuros, ele consegue se aproximar da grande estalagmite, do lado contrário ao que os inimigos estavam parados. Osfengio, que havia tido a mesma idéia, faz o mesmo seguindo pelo mesmo caminho de Shokhan, um pouco atrás. Shokhan consegue passar pelo lado da estalagmite que não havia nenhum inimigo e logo se encontra atrás dela, porém Osfengio que era maior e não tão ágil quanto Shokhan, acaba sendo visto e tem seu caminho bloqueado por um dos humanóides, esse ameaçando o dragãozinho com um tapacete, não exatamente atacando, mas sim tentando empurra-lo devolta como se lidasse com um mero animal.

- Xo! Xo! ! !

Shokhan, do outro lado da estalagmite ja, logo nota algo: caído exatamente do outro lado da estalagmite havia alguem, um humanóide, mas era bem diferente dos outros: não tinha mais do que 80 centimetros de altura com certeza, pelos apenas na cabeça, e usava o que Shokhan pode identificar como um vestido. Pelo que Shokhan havia ouvido durante seu sono em seu ovo, aquilo devia ser uma gnoma. Suas roupas estavam manchadas com sangue, mas ela parecia ainda estar respirando. A sua frente, havia um pequeno corredor que acaba no que parecia ser uma sala de caverna natural ainda. O dragãozinho então tem a impressão de ter ouvido um urro vindo da tal sala, a alguma distância.

Enquanto isso, Saphira observava tudo, analizava tudo. Sua percepção aguçada, calma e frieza diante do perigo permitiam que ela não perdesse nenhum detalhe de tudo que acontecia. A dragonesa percebe a tentativa de Shokhan e Osfengio de se esgueirarem para fora do local, ve que o primeiro consegue mas o segundo é barrado. Antes, haviam dois inimigos guardando uma das duas saídas, agora há um em cada. Ela percebe que esses dois inimigos não parecem se importar com o que ocorre com o terceiro, que agora é atacado por Kriver. Ela assiste enquanto este inimigo consegue se desvencilhar do dragão que o ataca empurrando-o para trás, e agora saca um grande tacape de seu cinto.

Aharadak pode ver a ação de camarote, ainda nem totalmente fora de seu ovo: o humanóide tentou agarrar Aeglos, que consegue escapar e morder o calcanhar dela, enquanto Kriver tenta atacar o humanóide mas é empurrado para trás por ele. O humanóide, agora irritado, saca um tacape de seu cinto.

Saviik:

Saviik se esconde e espera, e no momento correto dispara contra o ogro. O draconiano salta, gira no ar e dispara um de seus chutes em chamas contra o ogro. O ogro mal tem tempo para reagir: toma no chute de Saviik direto na mandibula e o draconiano pode sentir claramente o impacto quebrando ossos. O ogro se desequilibra enquanto urra de dor, não caindo apenas por se apoiar contra a parede. Ele se vira rapidamente, desajeitado e desorientado, dando um golpe de tacape na direção do draconiano que Saviik consegue evitar facilmente.



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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Sab Maio 11, 2013 3:44 pm

Assim que seus pés alcançam o chão, percebe a vantagem que seu ataque surpresa deu, o ogro estava desorientado pelo ataque e começou a girar o tacape de modo bem descoordenado.

Saviik rapidamente abaixa para evitar o golpe, e aproveita a posição para dar um impulso forte com as pernas, subindo com um gancho de esquerda na cara do ogro. (\o/ SHORYUKEN!). Ainda no ar, aproveitando que seu salto o levou acima da cabeça do ogro, Saviik gira o corpo, aproveitando o impulso para acertar um golpe com o calcanhar na nuca do ogro. (Rajada de golpes)

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Sab Maio 11, 2013 7:02 pm

Sua desconfiança parece que tinha fundamento, o levou a descobrir algo que os outros pelo visto nem tinham imaginado, agindo por puro reflexo ao sair de seus ovos, atacando aqueles seres sem nem mesmo entende-los ou saber em que situação todos estavam.

Do outro lado da estalagmite havia um corpo humanoide, ao que parece um gnomo ou raça semelhante das historias que ouviu mas ainda não conseguia reconhecer os gigantes. Sabia que se fosse realmente uma gnomo, ela poderia ao menos entende-lo e quem sabe explicar um pouco do que aconteceu momentos antes de todos despertarem.

Aquela situação estava por de mais estranha. As criaturas poderiam a qualquer instante ataca-los com suas armas e tanhamo superiores, principalmente aquele que segurou seu irmão pelo pescoço, mas em vez disso eles apenas tentavam enxota-los como animais e riam quando viam que algo acontecia. Não parecia que eles queriam feri-los, pelo menos não naquele momento...

Com cuidado, Shokan tenta se aproximar da gnomo ferida, para observar melhor seus ferimentos e tentando usar SENTIR MAGIA pela primeira vez em sua vida. Respirou bem fundo e começou a falar bem alto, para que todos na caverna pudessem ouvi-lo claramente.


- PAREM TODOS ! Não tenho certeza que sejam eles nossos inimigos! Venham aqui ver isso...
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Sab Maio 11, 2013 11:55 pm

Osfengio olha para a imensa criatura barrando sua passagem e sabe que não pode superá-la em força bruta. Seu pequeno porém astuto cérebro começa a analisar a cena e instintivamente sente suas escamas eriçarem e sabe q pode usa-las contra o inimigo. Movendo-se lentamente de um lado para o outro mas sem sair do lugar, Osfengio tenta chamar a atenção de seu opositor utilizando suas escamas cintilantes, esperando que isso o faça baixar a guarda. Os músculos de suas pequenas mas poderosas asas começam a se retesar esperando o momento exato para usa-las em um pulo surpresa na face do inimigo.
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Maio 13, 2013 12:37 am

Sombra ficou no canto escuro da sala o tempo inteiro, camuflado na escuridão.
Era o mais rapido, isso já sabia.
Resolveu agir, correu em direção ao ogro, pelas costas, tencionando alcançar seu pescoço e dar-lhe uma bela mordida no cangote.
Qualquer coisa, era só dar no pé.

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Maio 13, 2013 8:29 pm

Aos poucos os músculos começavam a responder. Ainda não tinha o controle total de seus movimentos, mas sabia que tinha de reagir.
Observou a cena com cautela, e viu os outros dragões avançarem sobre a criatura e serem repelidos por ela. Não parecia querer feri-los, mas isso não os tornava amigos. Durante muito tempo ele ouviu histórias, a maioria eram boas e alegres, mas nem todas. Sabia também que o mundo escondia perigos variados em formas, tamanhos e tipos...

Citação :
- PAREM TODOS ! Não tenho certeza que sejam eles nossos inimigos! Venham aqui ver isso...

Enquanto sua mente divagava o dragãozinho ouviu o outro; Seus olhos e focinho viraram naquela direção, mas ele exitou. O ataque tinha começado, havia cheiro de sangre e a criatura estava irritada. Parar agora seria baixar a guarda e se por em um perigo ainda maior.
As criaturas podiam não ter a intenção de feri-los, mas isso não os tornava menos perigosos. Suas intenções eram incertas e as possibilidades inúmeras, mas o mais provável era que queriam captura-los vivos e saudáveis. Talvez fossem algum tipo de sequestradores. Provavelmente iriam roubar os ovos e foram surpreendidos quando eles chocaram, mas uma vez que já estavam ali não podiam voltar atrás...

Aharadak ainda ponderava. Tentava descobrir ou sentir algo que lhe provasse que seus instintos e suposições estavam certos (Sexto sentido).

Flexionou o corpo e aproveitou que o "gigante" estava distraído e de costas para ele. O outro dragão poderia estar certo, mas eles não estavam em condições de arriscar era hora de se preocupar em sobreviver e não ser capturado; e enquanto não sentisse por sí só que os invasores não eram ameaça, eles eram inimigos.

Seus olhos procuraram os dois outros dragões que atacaram primeiro. Mentalmente ele bolou um ataque conjunto e esperava que vissem isso em seus olhos. Não sabia se eles entenderiam suas intenções e nem se ouviriam o outro dragão que falara antes e suspenderiam o ataque, mas ele iria tentar. E quando viu de relance um quarto dragão se lançar contra a criatura, ele arremeteu também... Suas mandíbulas buscaram a jugular da "fera" enquanto a cauda com pequenos espinhos fazia um arco cortando o ar para também tentar se cravar no corpo do inimigo... A sorte estava lançada.
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qua Maio 15, 2013 10:33 am

OFF.: essa seria uma boa hora pra aprender a usar minha baforada!



ON.: Kriver atinge o chão devido ao empurrão recebido pela maldita criatura. A dor que sentiu com o baque fez com que sua raiva aumentasse ainda mais. Seus irmãos estavam fugindo, ou pelo menos, tentando. Deveria fazer isso também? Não!

O Jovem vermelho se levanta e ruge para seu atacante. Usaria seu tamanho para escapar por entre suas pernas e lhe atacaria pelas costas.

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qua Maio 15, 2013 12:21 pm

Aeglos ouviu um de seus irmãos pedindo que parassem todos quando ainda mordia o calcanhar da fera, e realmente pensou em parar o ataque e ir ver o que estava acontecendo.. Olhou para os seus irmãos que atacavam o bicho, e viu que estavam "livres" agora, e que poderiam fugir, mas quando já estava quase saindo em direção a voz foi surpreendido por um dos filhotes que saiu do ovo direto para atacar a fera.

Não era mais possível voltar agora, e os ataques poderiam chamar a atenção das outras feras e facilitar para que seus irmãos fugissem para onde foram chamados, então rapidamente tentou subir pela perna da fera, a mesma que acabara de morder, enfincava suas garras até chegar na altura da parte traseira do joelho, e morde-la com toda sua força.

Esperava que seus irmãos que estavam fora de combate pudessem aproveitar a chance e ver o que estava realmente acontecendo.

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Dom Maio 19, 2013 10:47 pm

Todos os dragões:

Shokhan se aproxima do pequeno corpo e observa seus ferimentos. A gnoma parecia ser menor que o dragão, mesmo ele tendo acabado de sair do ovo. Ela usava uma dessas "segunda peles" que os humanóides geralmente usam, de pano. Shokhan não tinha muita experiencia com ferimentos, mas pelo jeito que a pele não parece rasgada, ele chega a conclusão que ela foi acertada até ficar inconsciente por algo não-cortante. Ao se aproximar mais da gnoma, ele pode sentir um traço fraco de magia, como se houvesse magia ali, mas que não esta mais ativa e se desfaz aos poucos.

Todos presentes podem ouvir o grito de Shokhan, quase um rugido que profere palavras em draconico. O humanóide do outro lado da estalagmite se surpreende, da a volta pelo lado de fora da estalagmite e encontra o dragãozinho branco parado ao lado da gnoma. Ele grunhe e avança contra o dragão, tentando agarra-lo. Enquanto isso, o outro inimigo, o que fitava Osfengio, parece ignorar o grito de Shokhan, mesmo esse estando apenas alguns metros atrás dele. Osfengio serpenteava enquanto suas escamas reluziam, tornando o movimento do dragão ao mesmo tempo difícil de ser compreendido... e extremamente difícil de desviar o olhar. O inimigo apenas olha confuso, depois de alguns segundos ele começa a baixar o tacape, como se tivesse esquecido o que estivesse fazendo... nessa hora Osfengio se lança ao ataque, pulando contra o inimigo que reage tarde demais. Uma das patas do filhote consegue pegar a cara do humanóide, rasgando-lhe um dos lados da face, enquanto a outra abre um corte no camisão de peles do inimigo. Grunhindo de dor, o ser empurra Osfengio para trás, uma de suas mãos cobrindo o pedaço rasgado de sua cara, enquanto a criatura bufando de raiva e dor, parte para cima do filhote, errando Osfengio por muito pouco com um golpe do tacape que lasca um pedaço de uma pedra próxima!

Mais para o fundo da caverna, o inimigo que havia empurrado Kriver e sacado seu tacape agora balança o pé, conseguindo se livrar da mordida de Aeglos apenas quando este acaba por arrancar sua bota, mas logo se distrai com o rugido de Kriver, um rugído alto e poderoso de pura raiva. O ser se distrai, e é nessa hora que Sombra da Morte ve sua chance: o dragão negro sai correndo das sombras onde se escondia e se lança nas costas do monstro, sua agilidade permitindo que ele pule alto o suficiente para morder a parte de trás do pescoço do inimigo enquanto cravava suas garras em seus ombros.

Aharadak sentia que a situação estava ruim, e quando o inimigo sacou um tacape, seu sexto sentido foi bem claro: aquela era uma situação de vida ou morte... depois que provocaram o inimigo, não havia mais volta! Ao ver Sombra pular no inimigo, Aharadak faz o mesmo! Embora não fosse tão ágil quanto Sombra, era um pouco maior e mais forte fisicamente. Embora tentasse pega-lo pelas costas, seu pulo o lançou mais para o lado da criatura, não pode morder seu pescoço, mas suas mandibulas se cravaram com força em um dos ombros do monstro, enquanto suas garras e cauda rasgavam-lhe a pele!

Aeglos largou o calcanhar do inimigo assim que este começou a balançar sua perna, mas não sem arrancar uma das botas do mesmo, com um gosto horrível de chulé ainda. O dragão cospe a bota, percebendo que poderiam fugir agora de seus atacantes, mas então nota seus irmãos partindo para o ataque contra aquele inimigo. Percebendo que não havia mais volta, o dragão se vira, ele nem precisa escalar de fato a perna do inimigo, apenas cravando suas garras nela para se segurar e cravando seus dentes agora na parte de trás do joelho do monstro.

Kriver havia batido no chão de pedra dolorosamente... mas agora estava de pé novamente, sua raiva ficou evidente com seu rugido. O humanóide se debatia, tentando alcançar Sombra e Aharadak com seus braços, que mordiam seu pescoço e um de seus ombros. Kriver passa por entre as pernas do inimigo, se vira rapidamente e se lança contra as costas dele com suas garras e toda sua força. O inimigo urra de dor pelas mordidas e arranhões, sua perna sendo mordida por Aeglos sede e ele cai para frente com os filhotes sobre sí, ainda se debatendo. Um de seus braços estava bloqueado por Aharadak estar sobre ele, mas com seu outro, o humanóide soca Aharadak no pescoço, fazendo-o soltar a mordida, e se debate, tentando se soltar dos filhotes enquanto grita em sua lingua bizarra.

Saviik:

Saviik se desvia com pura habilidade dos golpes descoordenados do ogro. Ele então se abaixa, ativando a energia elemental dentro de seu ser, conjurando-a em seus golpes ele salta acertando um gancho extremamente forte no queixo do ogro, que começa a desmontar imediatamente, mas logo em seguida é acertado pelo calcanhar de Saviik na nuca, matando-o. O ogro apenas escorrega para o chão sem vida, e Saviik se ve livre para seguir seu caminho.

Os sentidos extremamente aguçados de Saviik começam a pegar alguns sons mais afrente: por um momento ele acha que ouviu uma voz meio aguda, gritando palavras no que parecia draconico, mas foi longe demais para ele entender.... em seguida, Saviik escuta um rugido, ainda parecia ser de um filhote, mas de fato era um rugido de batalha, ambos vindos da direção da onde o ogro havia vindo.

Sem nada mais para fazer ali, Saviik segue em direção aos sons que ouviu. Não muito afrente a caverna chega em uma sala mais ampla, onde ela se divide: a sua direita e a sua esquerda haviam túneis que ele sabia levariam para outras salas com ovos. Ele sabia que elas não estavam longe, mas as curvas nos corredores impediam que ele pudesse ve-las. Sua atenção porém se foca logo a sua frente: a sala do centro possuia uma grande estalagmite, grossa o suficiente para ocupar parte da entrada e dividir o caminho em dois para dentro da sala. Porém, em um dos lados do caminho Saviik pode ver algo: havia outro servo, uma gnoma dessa vez, caída no chão, e ao seu lado um filhote de dragão branco estava parado, ainda parcialmente sujo pelos líquidos de seu ovo. O filhote não parecia ferido e estava próximo da gnoma do lado esquerdo da estalagmite. Um outro ogro surge dando a volta na estalagmite pelo lado direito, e sem notar Saviik parte para cima do filhote, aparentemente para agarrá-lo!

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Maio 20, 2013 10:32 am

O sangue do monstro tinha um gosto horrível! Mas Kriver continua a morder até que seu inimigo não consiga mais aguentar. Quando o monstro cai no chão e se distrai com Aharadak em seu pescoço, Kriver salta, impulsionado por suas asas fortes, pronto para morder o crânio do inimigo com toda a sua força e dar um fim aquela luta.

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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Maio 20, 2013 1:21 pm

*A recém nascida dragãozinha permanecera parada em si mesma. Era algo perturbador, seus jovens irmãos estava a lutar isso era fato, e tais criaturas pareciam estar mais interessadas em mante-los vivos. Ou para eles filhotes não causariam perigo algum.
Saphira queria poder fazer mais do que apenas ranger os dentes e observar, não era forte mas era sábia, procurava uma rota de fuga, mas nada pode encontrar, talvez pudesse partir sozinha, mas não deixaria os outros de sua ninhada para trás.

Queria sentir em seu corpo a canção da qual era oriunda, queria sentir a natureza ao seu redor, algo que pudesse ajudar, retirar forças de onde outrora estava e que agora parecia não mais pertencer. Seu rugido queria se tornar uma canção, a fim de que pudesse sentir sua própria energia se concentrar e fluir e uma unica direção.

Seu olhar era centrado frio, sua vontade era forte e sua raiva cada vez maior em busca de uma solução.

Ouvira um dos seus gritar para parar, talvez isso não fosse uma boa ideia. Seus pensamentos agora estavam mais claros e mais rápidos, pouco a pouco estava controlando seus instintos básicos de nascimento. Todos estavam a lutar, mas Saphira preferiu ir verificar o que o outro filhote havia encontrado."
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Seg Maio 20, 2013 1:44 pm

Osfengio se sente feliz por aquele seu instinto ter funcionado e aliviado pelo golpe do mostro ter rachado uma pedra e não sua cabeça. Mas não há tempo para felicidade. Mais que depressa ele bate fortemente suas asas no intuito de com o impulso conseguir alcançar o rosto do inimigo com suas garras e presas. Seu alvo: os olhos do monstro!
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MensagemAssunto: Re: Primeira crônica: O começo de tudo   Qua Maio 22, 2013 11:33 am

Consegui...e agora?
Puxar né?
Finco a mandibula mais, e firmo minhas patas nas costas dele, e começo a puxar, empurrando com os braços.
Sinta dor seu boçal, e nunca mais mexa com meus manos.

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