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 Chico - O Cabra da Peste

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Kleiner
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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Seg Dez 03, 2012 7:33 pm

Belfengor conseguiu novamente sua magia de manipulação.
O líder dos homens acreditou no que viu em sua mente.
Mas limitou-se a dizer:
-Soltem-no! - e voltou a sentar e a cobrar os impostos das pessoas.Os cavaleiros lhe soltam como ordenado. As pessoas por sua vez, desesperadas, pegavam em seu braço, choravam enquanto apanhavam dos cavaleiros, mas ainda assim lhe pediam ajuda.
Belfengor também nota que há muitos soldados disconfiados de algo errado.
Há cavaleiros conversando com o Líder, lhe dando água...para ver se recobra o controle. Ele estava como se estivesse em Transe.

Belfengor andava em direção à Chico, que ainda queria curar aquela criança.
Ainda de longe, o viu levando porrada de mais Cavaleiros, e agindo com uma agilidade impressionante.

Chico estava frente a um Soldado, que fez cara de espanto.
- Vejam, ele tem uma criança .... nos entregue ela que nós podemos salvá-la...- disse o soldado com rosto de espanto, abrindo os braços para que Chico a passassem a ele.


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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Ter Dez 04, 2012 8:51 am

O jovem monge não conhecia muito da vida... sua ingenuidade era visível. Dentro daquela cidade enorme ainda achava que as regras de um monastério se aplicariam. Virtude, amizade, respeito e obediência era o que Chico conhecia. Ainda não havia travado grande contato com as mazelas da personalidade humana, de modo que jamais saberia se alguém estaria mentindo ou falando a verdade. As palavras ainda eram o grande norte do monge, o que saía da boca de uma pessoa, desde que tivesse aparência de verdade, era válido. Por isso, Chico não demonstrou espanto quando o soldado lhe pediu a criança, nem pensou duas vezes antes de entregá-la aos cuidados dele.

Sua expressão era indefinida: não havia culpa ou remorso no coração de Chico, mas apenas compaixão por aquele garoto. Agora que havia parado para pensar, percebia que, como ele, aquela criança não havia conhecido pai ou mãe. Criado por um meio-orc, roubando moedas de forasteiros incautos... que existência mais degradante. Sentiu compaixão pelo garoto, desejo de poder mudar sua vida de alguma maneira, para que no futuro ele não se tornasse um novo Chico. Aquilo lhe pegou forte... lhe fez lembrar de todas as suas próprias mazelas... de certa forma, estava lhe puxando novamente para um estado de depressão letárgica. Chico tentou lutar contra aquilo por uns instantes:

- Brigado, seu guarda. Cure esse minino, por favô. Ele merece mais da vida do que o que tem hoje. - Em seguida ficou observando as pessoas ao redor, parecendo se dar conta, pela primeira vez, do que estava acontecendo. Neste momento Chico ficou sem saber o que fazer, e por que estava ali. Sentia fome novamente, muita fome. Mas sentia algo mais...

- Posso ir simbora, dotô? - instintivamente seus olhos procuraram Belfengor. O homem havia lhe acompanhado desde que saíra do local da luta com o meio-orc. De certa forma, sentia que devia saber mais sobre aquele homem, agora que havia se dado conta do que acontecia - Ei caba! Bora simbora!

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Angelus
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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qui Dez 06, 2012 5:54 pm

Apesar de meio-humano ,Gor ,parecia não ter herdado nenhuma humanidade de sua mãe,o seu olhar se mantinha frio diante das súplicas dos moradores daquela cidade ,poderia barganhar as almas daqueles infelizes ? ,talvez ,mas não naquele momento ,percebe a desconfiança e suspeitas daqueles soldados e estava começando a chamar a atenção.
Decide se aproximar do homem com o menino e observa que os soldados estavam dispostos ajudá-lo,”AAAAH !NÃO,a alma daquele homem eu desejo ,mais do que qualquer infeliz presente aqui, já sei”
Um sorriso maligno saia do psiônico que caminha na direção do líder do exercito ,usaria mais uma vez sua habilidade se fosse necessário ,mas inicialmente apenas argumentaria sem usar seus dons,se afasta de Chico sem nem mesmo responder a pergunta do mesmo,falava em voz baixa ao ouvido do líder:

- Comandante ,os soldados estão prestes a salvar um garoto ,sem que haja cobrança nenhuma,em que isso vai contribuir com a nossa missão? quero que impeça isso por enquanto ,esse povo precisa saber que deve pagar por qualquer serviço que será prestado...
Falava como um nobre superior ao comandante e esperava que ele agisse como tal...


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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Ter Set 17, 2013 10:49 am

Quando Chico entrega a criança, sentiu-se bem ao fazê-lo.
Chamou ao estranho que havia conseguido se erguer e se livrar da humilhação frente ao povo.

Mas algo estava errado, os guardas pegaram a criança e levaram até o líder.
Neste instante, as palavras de Belfengor já não eram mais ouvidas...

Os guardas sacam uma pequena faca e talham o pescoço daquela criança, bem em frente ao seu líder.
O sangue cotejava, enquanto a vida daquele garoto se esvaía.

O líder, rapidamente entra num frenesi.
Abocanha o pescoço do menino e suga seu sangue.
O povo que já estava assustado, começa um corre-corre. Gritos de desespero saem de suas gargantas com fervor.

aquele sujeito era um vampiro.
E o sangue o livrará do transe....
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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Set 18, 2013 8:29 am

Chico observa abobalhado toda aquela cena e, ao mesmo tempo, quando percebe o que fora feito, o sangue lhe sobe à cabeça, uma ira toma conta de seu corpo e sua mente, como poucas vezes sentira em sua vida.

- Urri mulesta! Vôte! Esse caba tá é frescano é? Venha cá, fela da gaita, que eu vô lhe arrancá os cunhão!! - o jovem monge começa a empurrar a multidão, tentando chegar ao vampiro, mas devido ao corre-corre, não conseguia aproximar-se. Começa a procurar Belfengor no meio da multidão, numa tentativa surda de angariar alguma ajuda.

- Ei galêgo! Venha cá, se achegue, me ajude ali a dá um mói de pêa* naquele cabôco ali!

Chico estava determinado a vingar o garoto, embora parecesse insensato lutar, já que os guardas estavam em maior número...

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Seg Set 30, 2013 11:43 am

Chico perde de vista o estranho que o acompanhara.
A correria era tanta que até mesmo os soldados não tem espaço e nem visão para caçá-lo.
Chico estava indignado com o que aconteceu com o menino que até mesmo ignorou o fato causador do tumultuo.
Sua ira era das mais severas que já tivera.
Porém, entre um encontrão e outro, Chico é agarrado pelo braço esquerdo por um camponês, e antes de dizer qualquer coisa, outro o agarra no braço direito.
Ambos o erguem e o arrastam para o meio da correria. E depois de muito correr, entram com Chico numa taverna velha.

Abrem a porta de madeira maciça, meio quebrada, mas bem reforçada.
O chão estava sujo, muita poeira, mas o assoalho era de madeira pura, bem firme também. Ao cair, viu que o lugar estava abandonado. Cadeiras quebradas, caídas, mesas quase sem perna....

- Você não é dessa região, certo rapaz ? - questionado por um dos estranhos que o trouxe. Quem vos fala tem em torno de 1,90 e era muito forte, um tremendo armário. Sua voz era grave e não havia medo em suas palavras. Os dois ainda estavam de capuz, e Chico se esforçava para ver seus rostos, ainda sem responder a pergunta.

- Nós não somos maus, amigo. Só queremos a liberdade do povo ... como era antes.
- disse o outro estranho, tirando seu capuz. Este por sua vez, tinha em torno da mesma altura de Chico, e não era tão forte quanto o outro, mas ainda assim meteria medo, não fossem suas palavras de bom grado.

Lá fora ainda dava ara ouvir o povo berrando.
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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qui Out 03, 2013 9:24 am

Chico empurrava, batia, chutava e esperneava tentando se aproximar do tal vampiro para lhe dar uma surra, mas a multidão em polvorosa não permitia que isso fosse feito sem machucar inocentes. E, apesar da impulsividade, Chico não sentia desejo de machucar gente inocente.

Seu braço trava ao ser agarrado pelo homem e, antes que pudesse usar o outro braço para soltar-se, é agarrado também neste membro, ficando apenas com as pernas livres. Contudo, Chico não resistiu... sentia que sua luta era em vão, no fundo sabia que não havia mais nada a ser feito. Fora culpado pela morte do garoto, mais uma vez sua ingenuidade fora motivo de um erro, uma dor.

- Arriégua, nêgo véi! Nam! Dêxe de enfuca cum eu! Solte meu braço, seu fi duma égua! Eu vô lhe dá um sabacu e arrancá seus óvo!


Mesmo esperneando e chingando, no fundo Chico não resiste e deixa-se levar. Ao chegar na taverna, ou o que-quer-que-fosse aquilo, Chico apenas ouviu o que os homens falavam e quedou-se inerte após. Passaram-se vários minutos sem que qualquer palavra ou bravata fosse proferida pelo monge, até que, finalmente, com um suspiro, falou:

- Tá certo... mai o que é cô tenho a vê cum isso?

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Out 09, 2013 6:57 pm

Aquele que lhe contou a história o olha com uma cara de espanto. Não parece acreditar em sua razão.
O outro começa a bufar de raiva.
- Eu disse que esse cara era um imbecil. - sacou sua espada com toda a rapidez que somente um ágil guerreiro tem e parte para a direção de Chico.
- Me deixe cortar a cabeça-chata desse inútil sem compaixão. - esbravejava enquanto aquele que lhe falou toda a situação tentava segurá-lo.

- Você viu a agilidade dele e o gesto que ele teve com aquele menino. Ele tem de ser convencido, não morto. Precisamos desse sujeito. Precisamos ajudar nosso povo.


O homem que portava a espada então se acalma, mas continua com ela em mãos. Por mais que esteja abaixada, ele não tira os olhos de Chico.

- Escute senhor....esse tipo de massacre sem escrúpulos logo chegará a todas as cidades do reino. Se o senhor não nos ajudar agora, no começo, não será mais possível criarmos um grupo opositor a esse tipo de atitude. Logo não haverá mais liberdade para ninguém. Viajantes terão de pagar tributos para andar pela estrada, para morar, para se instalar em hospedagens. E logo será sua preocupação, o senhor tendo algo haver com isso ou não.

- Pode nos ajudar?

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qui Out 17, 2013 8:50 am

Chico não se surpreende quando o homem saca rapidamente a espada. O gesto fora veloz, mas seus olhos treinados também eram. Jamais seria pego de surpresa por um movimento daquele. A espada era pesada, já seus punhos eram leves e mais velozes. Essa era a desvantagem das armas. Poderia quebrar o pescoço daquele sujeito antes que ele fizesse o primeiro floreio com a lâmina.

- Ói, meu véi... abaxe essa ispada aí, se num quisé que eu lhe arranque as bola!

Vira o rosto e não dá mais atenção aquele sujeito que esbravejava e vira-se para os outros, que lhe falavam de forma mais sensata. Escuta-lhes os motivos, pondera suas palavras e por fim se posiciona:

- Apois tá certo! Nóis agora vai dá de conta dessa fulerage! Eu ajudo sim sinhô! - Chico para de repente e olha para o homem com uma expressão muito séria no rosto. Um ronco ensurdecedor sai de seu estômago - Mai me diga uma coisa, primo: onde é que nóis pega o baião aqui hein?

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Sex Out 18, 2013 10:59 pm

- Nós precisamos fugir daqui primeiro. - disse aquele que lhe apontou a espada.

O outro então caminha para dentro da taverna velha.
Chico vai atrás, seguido pelo homem que sacou a espada, que lhe dirigiu a palavra enquanto andavam.
- Me chamo Lucian....me desculpe, mas estou muito nervoso...são nossos amigos, filhos e mulheres que estão lá fora sofrendo.

O homem que seguiu a frente vai até uma mesa jogada e a arrasta.
Abre um alçapão. Poeira se levanta e ele desce uma escada. Uma escada que levava a um buraco escuro...

- Vamos senhor...temos um caminho por baixo da terra até chegarmos a estrada...
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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Out 23, 2013 12:40 pm

Chico segue os homens, obedientemente, mas sempre atento. Era ingênuo, mas não tanto a ponto de ficar completamente à vontade na presença de estranhos armados, principalmente sabendo que essas armas não eram mero apelo visual. Vira o homem manejar a espada, sabia que ele tinha alguma habilidade.

O jovem monge observa com olhar atento o alçapão que se abriu. Faz uma careta engraçada, como se tentasse parecer sério segurando o riso:

- Arriégua! O caba cum fome ainda entrá numa grota dessa! Eu vô tê é uma pilora aqui! Mai vamo, sem reclamá!

Chico não pensou duas vezes antes de pular habilmente dentro do buraco. Contrastando com sua expressão simplória e seu falar abobalhado, seus movimentos eram perfeitos, milimétricos, dotados de leveza e equilíbrio únicos. Vai descendo lentamente, sem esperar os homens.

- Êta breu!


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Out 23, 2013 3:14 pm

Depois de muito tempo andando como minhocas, se sujando, os três saem debaixo da terra sob as raízes de uma árvore.

Ao saírem, ouvem estrondos e claridade vindo do que parecia ser uma estrada.
Estavam no meio da floresta. Chico nem sabia onde estava na realidade.

A terra começa a tremer.
Berros e mais barulho vem daquele lugar.
Os homens correm na direção do clarão.

E dão de cara com dois Elementais enterrados até o pescoço na terra no meio da estrada.
Mais adiante um grupo, com uma mulher com uma venda no rosto que falava algo com um velho vestido com roupas marrons e portando um cajado.
Ao lado dela, um Elfo, e do lado dele, uma criança muito ferida....visivelmente ferida.


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Se for interagir, posta no tópico da Heidi, Tihak e Ninja

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Ter Out 29, 2013 1:12 pm

Chico percorre todo o caminho em silêncio, envolto nos seus próprios pensamentos sombrios. A fome lhe consumia, mas mais que isso, a auto-censura por ter sido tão ingênuo e entregado a vida do garoto àqueles assassinos. Chico não se perdoaria por aquilo facilmente. Em verdade, não fosse a adrenalina a mil neste momento de fuga, sua depressão já teria lhe atingido.

Tentava não pensar nessas imagens tristes, ao menos até que estivesse são e salvo em algum lugar. Percebia que os homens que o guiavam também tinham dúvidas, medos e fraquezas. Ninguém ali poderia se considerar completamente imune ao que estava acontecendo naquela cidade. O monge apenas não entendia, de modo algum, o que estava acontecendo. Gostaria de poder compreender melhor o andar dos fatos, mas nenhum dos homens ali parecia ter tempo ou disposição para lhe por a par dos acontecimentos.

Quando emergiram da terra, várias coisas estranhas aconteceram. Clarões e tremores de terra. Chico logo corre em direção ao brilho, assim como os demais. Lá chegando, uma balbúrdia se desenrola. Chico esquadrinha rapidamente o ambiente ao redor, mas seu primeiro impulso é correr para a criança ferida:

- Oxe, bichim... o que foi que ôve aqui?

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Sex Nov 01, 2013 12:15 am

a partir de agora, posta no tópico da Valerie

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qui Fev 20, 2014 1:52 pm



Três criaturas como essas perseguiam Chico floresta adentro.
Em rasantes arrancavam árvores para pegá-lo.
Uma cuspia fogo....e queimava a esmo na floresta....

Chico pulava como louco....mas os monstros estavam bem perto...

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Sex Fev 21, 2014 11:53 am

Chico corria, corria como nunca, mas corria sem se cansar muito. Estava acostumado àquele tipo de exercício intenso no monastério. Contudo, por mais que corresse, os grifos pareciam sempre estar ganhando terreno, sempre se aproximando, sempre muito próximos de lhe arrancarem as tripas. E ainda mais o fogo, o maldito fogo que a ave cuspia chegava a raspar suas costas, queimando-as.

- Ô galinha réa do cão! Vá pá caxa bozó*, sua quenga! Sai cão, sai! Vá queimá o zóvo de seu galo vá!

E assim continuava correndo em meios à vegetação, tentando pegar sempre as árvores maiores, de movo que pudesse fugir do fogo, ou desviando das árvores que os grifos arrancavam e jogavam no solo, próximo ao monge. Uma delas quase o atingiu:

- Vôôôôte*! Ixe cuma passô perto d'eu esse pé-de-pau*! Corre Chico, corre nego véi!

E assim o monge corria, corria até os pés baterem na bunda. Às vezes subia rapidamente em uma árvore e ficava pulando de uma para a outra, escondido nas frondosas copas. Nem isso impedia que os monstros o vissem. O monge não sentia medo, mas estava começando a se preocupar com aquela situação. 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Sex Fev 21, 2014 11:18 pm

Rola 3 d20 pra mim como teste de Habilidade

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Seg Fev 24, 2014 9:29 am

Arvedui efetuou 3 lançamento(s) de dados (d20.) :
18 , 7 , 14

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Seg Fev 24, 2014 10:28 am

Chico tentou de todo jeito distrair as criaturas.
Tentava com todo fervor desviar dos ataques.
Mas logo em seguida o seu último sucesso, Chico tropeça em alguma coisa...um galho possivelmente.
Sua velocidade era muito além do comum, mas isso tem suas desvantagens...

O monge foi parar no chão.
Cansado...num chão úmido...Chico via como as árvores à sua volta estavam sendo arrancadas.
A violências daquelas criaturas é algo amedrontador.

Raízes são arrancadas da terra com uma facilidade descomunal.
Chico estava inerte.
As criaturas cavavam a natureza à sua volta, fazendo uma cratera onde Chico estava caído.
Sem forças e assustado até para lutar por sua vida, via as três cabeças olhando.
Como se decidissem entre elas, quem iria dar o golpe final.

Chico tenta correr, mas leva um golpe com a calda de um dos animais.
Voltava para o chão com dor.



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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Seg Jul 14, 2014 12:27 pm

Chico era destemido, isso era impossível negar. Contudo, mesmo o destemor cede quando a morte está muito próxima. E foi com um leve toque de desespero que Chico percebeu, finalmente, que sua situação não era das melhores. O monge era ágil, resistente e possuía boa habilidade de luta, combinada com muita força. Mas nada disso era suficiente contra sequer um grifo, muito menos contra três adultos e muito irritados.

Após cair ao chão, Chico tentou levantar-se, sendo atingido por um potente golpe com a calda de uma das bestas. Sentiu seus ossos estalarem sob o peso da cauda certeira e mortífera do monstro. Por uma breve fração de segundos, encarou o desespero da morte, mas rapidamente recuperou-se e viu-se apenas com medo, mas ainda com alguma esperança de escapar com vida. Os animais eram fortes, ágeis e possuíam excelente visão, portanto, fugir deles "na carreira" não era algo inteligente.

O monge precisaria de outra rota de fuga, talvez esconder-se numa caverna ou entre as moitas. Se houvesse por perto um curso d'água poderia disfarçar seu cheiro e esconder-se, após uma fuga rápida. Mas não conseguia enxergar nem cavernas e nem cursos d'água, pelo que sua esperança arrefeceu.

"Mai agora torô dênto! Me lasquei! Diabo de galinha réa do cão, atentada dos inferno!"

Chico observou com atenção o terreno ao redor, na esperança de que algo lhe pudesse ser útil numa fuga ou como esconderijo... era sua única esperança. Ainda possuía agilidade o suficiente para sumir das vistas das bestas com a rapidez de um animal acuado, mas não poderia correr para sempre... precisaria de um esconderijo, ou uma rota de fuga pela qual as bestas não o pudessem seguir. Nesse ponto, o tamanho delas seria sua desvantagem...

OFF:

Precisa de teste pra essa olhada ao redor? Tentando achar um buraco, uma moita, qualquer coisa onde possa me enfiar =/

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Seg Jul 21, 2014 11:11 pm

Chico acoado e desesperado percebe ao longe sim uma montanha....uma velha montanha. Cheia de árvores no caminho.
Podia correr até ela e o fez.
Logo viu uma fenda, enfiou-se nela. Como uma aranha entrando no buraco.
Os Grifos estavam enfiando as garras na entrada, tentando alargá-la....e estavam conseguindo.

Quando estavam para ceifá-lo....algo chama a atenção deles.
Foram embora...

Chico estava assustado....mas pareceu agradecer a vida que ainda lhe foi poupada..

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Ter Jul 22, 2014 1:10 pm

Chico sentiu o sangue gelar enquanto corria, sem saber se toda aquela "carreira" iria servir para se safar. Quando viu a venda, quase podia sentir o bafo quente das criaturas no seu cangote, mas apertou o passo, retirando de si a última reserva de forças. Estava exausto e praticamente esgotado, mas conseguiu adentrar a pequena fenda na montanha, suspirando de alívio.

Contudo, seu alívio duraria pouco: as criaturas logo começaram a forçar a fenda. Estava claro que iriam conseguir abri-la mais e colocariam as garras no monge, que mesmo assim permaneceu calmo.

"Mai é a mulesta mermo! Do tanto que curri, pra mode nada!"

Estava calmo, mas desolado. Sentia a morte próxima de si, como ainda não havia sentido então em sua curta vida. Contudo, algo chamou a atenção dos monstros e eles se foram, tão rápido quanto haviam vindo. A confiança renasceu no monge que, ao avistar as aves já muito longe, suspirou aliviado, controlou a tremedeira no corpo e deu um IMENSO arroto, que ecoou pelas montanhas.

- Êta dia bom! Mai agora eu tô cum fome... ramo caçar um baião que as tripa rá tão murejano*! - saiu da fenda e observou o sol e o ambiente ao redor - Mai o dia hoje tá bom é pá uma talagada* de cana. Ô vontade de tumá uma cachacinha!

E saiu, rumando de volta para o local de onde tinha vindo, assoviando alto alguma canção da infância, na esperança de ainda encontrar alguém por lá...

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Jul 23, 2014 10:41 am

Chico então teve paz.
O dia estava ensolarado. Uma brisa suave refrescava seu corpo suado.
Seus passos o levavam ate a mata novamente.
Tinha receio de entrar naquela floresta escura mais uma vez.
Aquele estranho silêncio permanecia na floresta....como se a vida ali nao fosse capaz de existir.

Chicó então passa os olhos na montanha. E ao topo dela parece ter uma enorme construção.
Parecia ter movimento lá em cima.

O monge pensa o que fazer, quando escuta um cavalo trotar .... parecia vir na sua direção....mas ainda estava longe

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qui Jul 24, 2014 12:35 pm

Enquanto voava o mais rapido que podia, escutando os trotes vindo atras dele, Bardock usava sua visão draconica para encontrar o monge, que por sorte estava no pe da montanha.
-Monge! Ei Chico! -Diz quando chega perto o suficiente - Estamos com sérios problemas...os outros entraram na casa....mais ai surgiram uns cavaleiros e ...eu n sei...eles entraram na casa tambem...eu estava no telhado e ai...agora eles estão vindo para cá...o que a gente faz?

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Jul 30, 2014 1:40 pm

Chico aproveitava a brisa do dia, depois de tanto correr e ficar enfurnado numa pequena caverna, aquele vento era como que um carinho de mãe. O monge olhava sério ao redor, buscando fazer uma leitura correta da situação e dos passos a seguir. Não que se preocupasse, mas aprendera a tentar pensar um pouco antes de agir. E estava tentando fazer isso quando ouviu o trotar do cavalo e, posteriormente, os gritos de um jovem cavaleiro que montava o equino.

- Oxe, cabinha! Dêxe de vexame, dêxe! Se avexe não qui nói resóve quaiqué fuanga que aparicê! - o monge faz sinal para que Bardock se aproxime - Se aproxêgue aqui, meu véi! Diga aí o qui foi que sucedeu! Qui eu tarra ali correno de umas galinha réa qui parecia uns cão dos inferno!

O monge demonstrou cansaço, e chamou o cavaleiro para sentar-se ao seu lado, antes que pudessem decidir o que fazer a partir dali.


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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qui Jul 31, 2014 11:55 am

Os dois sentam-se.
O Elfo parece mais nervoso, porque sabia da seriedade da situação.
O trotar do cavalo aumenta até que surge da mata uma aura branca.
Um ser que vislumbrava bondade surge montado num cavalo branco...

Num tom suave, ele, de longe, dirige à palavra:
- Bom dia meus senhores....estou caçando uma corja de malfeitores....e os rastros terminam nomeio da mata....eles cometeram crimes que deverão ser punidos á rigor....vocês viram por onde foram?


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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Qua Ago 06, 2014 1:50 pm

Chico olha embasbacado para o homem que aparece. Pode sentir a bondade emanando daquele senhor. Não conhecia muito do mundo, mas obviamente já ouvira falar de paladinos, homens santos dotados de bondade e carisma, que conquistavam os corações dos pecadores. Chico se pegou a imaginar que aquele homem era um dos tais paladinos, mas nunca havia visto sequer uma imagem de um deles para poder comparar.

De toda forma, logo que o homem lhes dirigiu a palavra, Chico saltou à frente e começou a falar:

- Dotô, eu num vi esses caba não, pruquê se eu tirresse visto, num tarra mar nenhum correno solto, eu rá tinha arrancado os óvo deles! - falou com raiva, embora seus modos fossem simplórios e até rudes. Virou-se nesse momento para o elfo - Ei, bixim! Renha cá, diga aqui ao dotô se rocê viu esses caba! Pruquê se rocê tirré visto, nóis rai atrás deles!

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Sab Ago 09, 2014 2:43 pm

O Paladino olha para Chico....e um leve sorriso esboça...
- Já ouvi o Dialeto dos Monges do Norte....nunca imaginei encontrar um tão longe de casa....como se chama, "bixin"? - disse o Paladino olhando para Chico

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Ter Ago 12, 2014 12:48 pm

Chico pouca importância dá à provocação do paladino. Já estava acostumado ao fato de as pessoas nestas bandas do mundo estranharem seu modo de falar. Achavam-no rude, simplório e engraçado, embora sempre falasse sério. O monge surpreende-se apenas com o fato de o paladino ter conhecido outros com ele, já que os monges de sua espécie raramente saem pelo mundo a viajar, ao passo que as pessoas destas regiões do mundo raramente vão tão ao Norte.

- Mô nome é Chico. E ô sô lá de riba memo. Rá andei muta légua pá chegá aqui. - estudou demoradamente o homem, antes de retomar a palavra - Mai acuma é memo o nome do sinhô?

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MensagemAssunto: Re: Chico - O Cabra da Peste   Sab Ago 16, 2014 5:39 pm

- Me chamam de Kelvin...sou seguidor de Melkhior...discípulo direto do Peregrino Santo...fui incumbido pelo meu mestre de vir à estas terras e purificá-las... - disse o homem olhando nos olhos de Chico
Ainda olhando o monge, o Paladino continua - Há algo de muito estranho nessas terras nobre Chico...você e seu amigo devem partir para Leste e evitar essa barbárie que se assola por este reino...

O cavaleiro, espera por alguma informação do Elfo enquanto fala com Chico.

- A menos que queiram ajudar a Graça dos Deuses nesses impuros...e deixarem seus nomes na história.
Meu mestre teme pela volta de um mal terrível que quase governou os nove reinos deste continente....e estou aqui para descobrir se seu temor tem fundamento...

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